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quinta-feira, 14 de julho de 2011

PEUGEOT 308, O 307+ , É FLAGRADO


A Peugeot já prepara um novo lançamento para o Brasil. Na metade do ano que vem chega por aqui o sucessor do 307 argentino, batizado de 308, que por sinal acaba de ser reestilizado na Europa. Com direito a lanternas para uso diurno e um discreto facelift que alterou principalmente os para-choques em relação ao primeiro 308, o hatch foi flagrado em testes no Rio de Janeiro pelo nosso leitor Paulo Augusto Dalboni. A camuflagem localizada principalmente na dianteira já dá pistas do que será novo no visual.

O 308 será produzido na Argentina, a exemplo do sedã 408, que chegou na frente, substituindo o 307 Sedan. Ainda para 2012, a Peugeot planeja lançar o sucessor do atual 207, o 208, que só deve começar a ser vendido no final do ano.

COBALT , O FUTURO GSV, É FLAGRADO NA REGIÃO SUL


A GM está dando os últimos retoques em seu principal lançamento para o segundo semestre. O sedã Cobalt, que chega em outubro, está terminando sua fase de testes, e foi flagrado pelo nosso leitor Clenio Trussardi nas Serras Gaúchas. Apesar do pesado disfarce, é possível notar as principais formas do Chevrolet, que até agora só foi visto sem coberturas no Salão de Buenos Aires, que aconteceu em junho passado. O Cobalt chegará para dar fim ao Corsa Sedan e ao Astra Sedan, com porte superior aos rivais e preço competitivo: segundo fontes, o preço inicial será de cerca de R$ 38 mil.

O Cobalt tem o hatch Agile como principal inspiração, a começar pela dianteira marcada pelo conjunto ótico e grade. O sedã traz faróis de neblina e lanternas traseiras em led. Na parte interna, além do painel, que combina instrumentos analógicos (conta-giros) e eletrônicos (velocímetro) e do acabamento que simula madeira, o Cobalttraz área envidraçada no teto. O sistema de entretenimento traz GPS integrado ao painel e duas telas de sete polegadas nos encostos de cabeça dianteiros.

Pensado para vários mercados, o sedã terá diversas opções de motores, que vão de 1.3 a 1.8 litros e transmissão manual ou automática. A GM também vai oferecer um kit aerodinâmico para garantir um menor consumo de combustível, que inclui rodas de liga-leve aro 17 e pneus 255/45 R17. O Brasil será o primeiro país a receber o Cobalt, seguido do Leste Europeu

CARROS 2 CHEGA AOS CINEMAS


Demorou! Cinco anos depois da primeira aventura do astro das corridas Relâmpago McQueen e de seu melhor amigo, o guincho Mate, estreia nesta quinta (23) "Carros 2". Não posso dizer muito, pois estraga completamente a surpresa do filme. No entanto, permeado de ótimas sacadas, daquelas que provocam risos incontidos, a continuação da saga do carro de corrida toca em questões que estão na ordem do dia da indústria automobilística mundial, como a busca por combustíveis alternativos aos derivados de petróleo.
Completamente sem querer, Mate, pela primeira vez acompanhando o amigo em uma corrida, acaba se envolvendo em um caso de espionagem internacional. Além de boas gags e sequências de tirar o fôlego, o filme (que eu considero melhor do que o primeiro) esbanja cenas de perseguição em ruas de Tóquio, Paris, Londres, além da riviera italiana (a fictícia cidade de Porto Corsa). Sem falar que novos carros coloridos foram adicionados, com direito, na versão dublada, a vozes muito conhecidas do grande público.

Para começar, Emerson Fittipaldi empresta sua voz a um ídolo das pistas que leva o seu nome (no resto do mundo o personagem terá o nome do piloto Lewis Hamilton). O narrador Luciano Do Valle dubla Brent Mustanburger, enquanto José Trajano faz o cáustico comentarista David Hobbscap. Há até um carro brasileiro no grid, Carla Veloso, interpretado por ninguém menos do que a cantora baiana Claudia Leitte.
No final, um dilema: afinal, o alinol, fictício combustível do patrocinador das corridas, é o causador de uma série de acidentes? É inseguro? Melhor ficar mesmo na gasolina? McQueen se envolve na polêmica e corre sério risco! Será que tudo acaba bem ou teremos alguma surpresa? Só assistindo ao filme, que estreia nesta quinta.

Logo no início, com direito a uma sequência de ação que propositadamente lembra as dos filmes do agente secreto 007, um dos personagens dispara: "Petróleo é combustível fóssil, dos dinossauros. E todos nós sabemos o que aconteceu com eles". Ou seja, é um combustível finito. Embora esteja em férias na pequena e pacata Radiator Springs, McQueen é desafiado a disputar o primeiro Grand Prix Mundial que decidirá quem é o carro mais veloz do planeta.

CHEVROLET TRAVERSE E TRAIL BLAZER A VENDA


NAS CIDADES DO BRASIL, ESTÁ Á VENDA UMA TRAVERSE E UMA TRAILBLAZER , A TRAVERSE É UM DOS SPORT UTILITY DA CHEVROLET, COMO O TAHOE , VITARA, GRAND VITARA (TRACKER), GRAND VITARA (SUZUKI), CAPTIVA E CAPTIVA SPORT

AUDI VAI TER FÁBRICA DE PEÇAS EM JUNDIAÍ,SP


A fabricante de carros de luxo Audi virá para Jundiaí e instalará um centro de distribuição de peças. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da empresa e também pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Jundiaí, Ary Castro Nunes Filho. Além dela, outra empresa do ramo automotivo, desta vez uma fabricante de autopeças, estaria em busca de um galpão em Jundiaí. A empresa é americana e de médio porte, porém o nome e a peça que será fabricada ainda estão sendo mantidos em sigilo.

O secretário Ary Castro confirmou ter sido sondado por representantes da Audi para a instalação de um centro de distribuição de peças na cidade. "Eles ainda não encontraram o espaço. Apenas me sondaram sobre o assunto", desconversa. Já a assessoria de imprensa da empresa confirma o interesse pela cidade, mas também não informa nem quando nem onde será instalado o site.

A reportagem do Jornal de Jundiaí Regional apurou junto a uma empresa especializada em vendas e aluguel de galpões e lotes para empresas, Remax Global, que a autopeças estará em funcionamento na cidade até o final do ano. De acordo com o diretor administrativo da empresa, João Paulo Basilio, o local ainda não foi definido.

"Os demais serviços já foram firmados. A contabilidade e a revenda das peças já estão definidas", conta. Esses serviços serão prestados por empresas terceirizadas. O diretor não quis adiantar o nome da fabricante nem qual peça será manufaturada, mas informou que a empresa será de médio porte e o destino final do produto não é específico para uma única marca de automóvel.

Apple - A falta de asfalto e de acesso, que seriam as pendências para a inauguração da unidade Apple na rodovia Anhanguera, em Jundiaí, estão em andamento. O asfalto está sendo feito e o governador Geraldo Alckmin, em reunião com autoridades da cidade nesta semana, pediu urgência para os estudos das alças de acesso pela Artesp.

Segundo a assessoria de imprensa da Foxconn, a empresa não irá se manifestar sobre novidades até setembro, mês que está sendo dado como de inauguração da empresa, com a presença da presidente Dilma Rousseff e também para o lançamento do novo modelo de iPhone, mais fino e com câmera de 8 megapixels de resolução.

domingo, 10 de julho de 2011

FORD CARGO 2012


A Ford apresentou em Fortaleza, Ceará, a nova linha de caminhões da família Cargo. Os 11 modelos receberam novo desenho de carroceria, sendo que cinco deles ganharam a opção de cabine leito. Os caminhões da nova família estão dentro da faixa de 13 a 31 toneladas de peso bruto total, e um capacidade máxima de tração de até 63 toneladas. A nova linha é formada pelos modelos Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717, Cargo 2622, Cargo 2628, e Cargo 3132, com cabine-regular; e Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2428, Cargo 1932R e Cargo 1932, com cabine-regular ou cabine-leito. "A criação da cabine com leito surgiu pelo fato da Ford entender as necessidades dos frotistas e motoristas autônomos", explica João Marcos Ramos, chefe de design da Ford América do Sul. De acordo com as pesquisas da Ford, 40% dos seus compradores são autônomos e precisam deste item. A Ford é a última fabricante a usar a opção de cabine com leito em sua linha. Agora, os motoristas poderão desfrutar de um espaço de 1,90 m por 60 cm. Abaixo dessa cama há um compartimento para malas. Cada segmento no seu lugar Para receber os novos Cargo a Ford preparou uma rede exclusiva, composta por 134 pontos espalhados pelo Brasil. A idéia é fazer como Volkswagen e Mercedes que nunca misturaram automóveis e utilitários na mesma loja. Como diferenciais de atendimentos a Ford disponibilizará serviços de telemetria, almoço e leitos para os usuários nos pontos, caso haja a necessidade do uso desses serviços. Mudar para não deixar a diferença aumentar Visualmente os novos Cargo ficaram mais “parrudos”. Na área frontal, destaca-se um conjunto de grades, menos reto que as linhas anteriores, com uma tela ao fundo do tipo colmeia. Os dois defletores laterais criam um fluxo de ar nas laterais da cabine e ajudam a manter as portas limpas. A boa área envidraçada, também presente na família antecessora, continua. A nova aparência visual só não foi emplacada nos modelos leves Cargo 712 e 815. De acordo com a Ford, uma questão de tempo e de adequação da linha de produção. Interior e equipamentos O painel do Ford Cargo tem o velocímetro separado do tacógrafo. Um detalhe que foi herdado do mundo dos automóveis é a iluminação interna na cor Ice Blue. Outro atrativo do Ford “cara chata” é a nova coluna de direção com ajuste pneumático. Um detalhe que talvez incomode é o ar-condicionado como equipamento opcional. Como itens de série o Cargo oferece: vidros elétricos, travas e espelhos elétricos, luzes de leitura individuais, acendedor de cigarro, tomadas de 12V e 24V, ponto de ar comprimido para limpeza da cabine e preparação para instalação de som. O cavalo-mecânico e os modelos 4x2 e 6X2 vêm com um retrovisor superior adicional que reduz os pontos cegos e facilita as manobras. Motor continua o mesmo A Ford manteve os parceiros que o consagraram no mercado de reparação. Um exemplo disso é a continuação do uso dos motores Cummins de 4 e 6 cilindros, reconhecidos como econômicos e de baixo custo de manutenção. Outro item reconhecido pelo mercado reparador são as transmissões Eaton das famílias FS, de seis marchas com primeira sincronizada, e FTS, com 13 marchas, totalmente sincronizadas. Motores - 3.9 ISB 170, de quatro cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 170 cv e torque de 600 Nm (Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717); - 5.9 ISB 220, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 220 cv e torque de 820 Nm (Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2622); - 5.9 ISB 275, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 275 cv e torque de 950 Nm (Cargo 2428, Cargo 2628); e - 8.3 ISC 315, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 320 cv e torque de 1.288 Nm (Cargo 3132, Cargo 1932R e Cargo 1932). Mercado De acordo com o release de apresentação do caminhão da Ford, o projeto da linha Cargo 2012 consumiu três anos de trabalho de desenvolvimento e pesquisas. Conforme a fabricante, a Ford Caminhões tem uma participação de 19% na América do Sul. No Brasil, está entre as três marcas de maior prestígio e sua participação de mercado foi 23,9%, sem contabilizar o segmento de caminhões extra-pesados. Na Argentina, a Ford tem 23% de mercado, enquanto que no Chile é de 6%. Na Venezuela, a Ford é líder de mercado com 38% de participação. Sem divulgar os valores sugeridos, principalmente pelo fato de que cada venda é uma venda, Oswaldo Jardim, diretor de operações de caminhões para a América do Sul, disse que os valores da família Cargo estarão inferiores ao da linha VW Constellation

sexta-feira, 8 de julho de 2011

AUDI Q3



No mercado de SUVs de luxo, a Audi tinha o mediano Q5 (a partir de R$ 205.840), o grandalhão Q7 (por nada módicos R$ 320 mil) e uma enorme lacuna habilmente ocupada pela concorrência. A alternativa para reaver o espaço abaixo dos R$ 200 mil tomou forma em abril, durante o Salão de Xangai, com a apresentação do compacto Q3, mais novo membro da família 3, que atualmente conta com um hatch (o A3) e no futuro terá também um três-volumes. O lançamento oficial do modelo foi feito esta semana em Zurique, na Suíça. A partir de agora, os compradores da Europa podem encomendar o Q3, embora a entrega só comece no último trimestre do ano, muito certamente após o Salão de Frankfurt. O Brasil só deverá ver o SUV em 2012, mas UOL Carros mostra os detalhes já.

O Q3 é uma espécie de "primo rico" do Volkswagen Tiguan: ambos são fabricados sobre a mesma plataforma, na unidade da Seat em Martorell, na Espanha. Não há, no entanto, qualquer outra comparação possível entre os dois modelos além desta. Na palavra dos engenheiros da Audi, o Q3 "divide a arquitetura, mas tem componentes mais bem desenvolvidos". Tanto é assim, que o modelo não virá para ser concorrente do SUV compacto da Volks: a mira está posta diretamente sobre o BMW X1, atual líder de vendas do segmento na Europa. Outros integrantes do clube premium -- Mercedes-Benz GLK, Volvo XC60 e modelos da Land Rover -- acabam sendo adversários também, embora sem tantas faíscas, por questão de preço ou especificação.

A Audi é clara com sua meta: com bastante conteúdo e preço competitivo em relação ao do principal rival, o Q3 deve vender 100 mil unidades num ano em todo o mundo e, assim, liderar o nicho de SUVs compactos premium. Na Europa, o Q3 terá ao menos cinco opções de acabamento/motorização, movidas a diesel ou a gasolina, com preços na faixa que vai dos 30 mil a pouco mais de 40 mil euros. No Brasil, onde apenas as versões a gasolina circularão, é certa a chegada do modelo com motor 2.0 TFSI (com turbo e injeção direta de combustível) de 213 cavalos, tração integral quattro e câmbio automatizado S tronic de sete marchas e dupla embreagem.

Lá fora, esta configuração tem preço de 42.470 euros, ligeiramente abaixo dos 42.600 euros pedidos pela BMW em seu X1 xDrive 28i. Considerando esta motorização, o nível habitual de equipamentos de um modelo Audi no país, o preço do X1 por aqui (R$ 120 mil pela configuração mais simples, R$ 199 mil na mais completa) e indicações de representantes da Audi, uma estimativa para o preço inicial do Q3 pode ser de R$ 140 mil. Repetindo, trata-se de um palpite, uma vez que o preço definitivo só deve ser divulgado no próximo ano. De toda forma, uma versão sem a tração quattro, com câmbio manual de seis marchas e com o mesmo motor de 2 litros gerando apenas 170 cv também pode ser distribuída por aqui, com valor mais competitivo, se a fabricante julgar necessário.