quinta-feira, 3 de outubro de 2013
NOVA MITSUBISHI OUTLANDER
Para fazer sucesso, a Mitsubishi aposta no cheiro de novidade do Outlander. Completamente renovado, ele estreia uma nova plataforma chamada RE. Trata-se de uma evolução da plataforma GS, utilizada no antigo Outlander e na dupla ASX e Lancer. Com 4,66 m de comprimento, 1,80 m de largura e 1,68 metro de altura, o modelo tem os mesmos 2,67 metros de distância entre-eixos de seu antecessor.
O design antes inspirado no Lancer agora caminha com passos próprios. A frente traz a nova identidade visual da marca, com uma grade mais discreta e faróis mais alongados, que chegam até as laterais. Na traseira, as antigas lanternas cederam espaço a um conjunto translúcido, mais futurista. Quem viaja dentro do Outlander tem à disposição uma cabine minimalista e moderna, com fácil acesso a todos os comandos - principalmente no caso do motorista.
O Outlander chega ao Brasil com as mesmas motorizações da geração anterior: 2.0 de quatro cilindros, com 160 cv e torque máximo de 20,1 mkgf, e 3.0 V6, de 240 cv e 31 mkgf de torque máximo. A versão de entrada traz itens como nove airbags, freios ABS com EBD (distribuição de força de frenagem), controles de tração e de estabilidade, ar-condicionado digital bizona, direção com assistência elétrica, faróis de LED e de neblina, destravamento das portas e partida do motor sem chave, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade, bancos de couro com ajustes elétricos, teto solar elétrico, sistema multimídia com tela touchscreen e rodas de liga leve aro 18. Nesta configuração, o motor 2.0 é acoplado a uma transmissão CVT e tração 4x2, por 102.990 reais.
A partir da versão intermediária V6 GT 4x4 é que o Outlander usa o motor 3.0 V6. Em vez do câmbio CVT, o SUV conta com uma transmissão automática de seis marchas com opção de trocas sequenciais por borboletas atrás do volante. A tração é integral e o carro ganha itens como faróis bi-xenon, piloto automático adaptativo (aumenta e/ou reduz a velocidade de acordo com a distância e velocidade pré-estabelecidas pelo condutor), sensores de chuva e crepuscular, câmera de ré e terceira fileira de bancos. Seu preço é de 130.990 reais.
A versão V6 GT 4x4 com o Full Technology Pack é a opção mais cara da linha. Por 139.990 reais, acrescenta o Forward Collision Mitigation (sistema que freia o carro automaticamente e evita colisões em baixas velocidades) e o Hill Start Assistance (assistência para partidas em rampa, tanto para frente quanto para trás).
Na opinião da Mitsubishi, o novo Outlander 2.0 concorrerá com Chevrolet Captiva, Honda CR-V, Fiat Freemont, Kia Sportage e Hyundai ix35. Já a versão V6 brigará com Hyundai Santa Fe, Kia Sorento, Ford Edge e Land Rover Freelander 2.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
MITSUBISHI L200 TRITON HPE 2013
A versão HPE teve para-choque, grade e faróis redesenhados - mas as mudanças foram mais que discretas. O motor turbodiesel de 3,2 litros também recebeu pequenas melhorias, que elevaram a potência para 170 cv - 5 cv a mais que a versão anterior. Segundo a Mitsubishi, consumo e emissões de poluentes foram reduzidos e o veículo já atende às exigências do Proconve L-6, que entram em vigor a partir de 2014.
Mas a principal mudança está na suspensão totalmente nova. Chamada Sport Dynamic Suspension (SDS), ela é uma herança do desenvolvimento feito pela marca para os ralis e oferece um compromisso entre conforto e estabilidade surpreendente para uma picape. No asfalto, as reações lembram um automóvel de passeio. Nas curvas, a carroceria rola muito pouco, enquanto irregularidades no piso são absorvidas com facilidade, sem a oscilação vertical da cabine que caracteriza uma picape sem carga.
Na terra, a nova suspensão permite andar rápido mesmo em percursos acidentados. Em um trecho do test-drive, a L200 saltava de uma rampa, ficava com a quatro rodas no ar e aterrissava com firmeza, sem desvios de trajetória ou balanços da carroceria em excesso.
A peça-chave do SDS são os novos amortecedores, que contam com válvulas que regulam o fluxo interno do óleo. "Além de reduzir a oscilação da carroceria, a nova suspensão faz um trabalho de compensação quando a caçamba está carregada", diz Reinaldo Muratori, diretor de engenharia. "Assim, as reações do carro são uniformes, não importando se a caçamba está vazia ou não."
sábado, 30 de junho de 2012
MITSUBISHI L200 TRITON 2013
O visual é quase idêntico ao modelo que desembarcou aqui em 2007. As mudanças na principal versão, a HPE, aconteceram no desenho dos faróis, com a linha de base agora irregular, na grade, que ganhou contornos cromados, e do parachoque dianteiro. Por dentro, a picape ganhou novos bancos, que tem nova estrutura e acabamento.
A versão Savana é a versão voltada para os amantes do off-road. Seu visual é mais agressivo e a picape conta com itens como snorkel, protetor de cárter de aço-carbono, bancos com revestimento removível de neoprene, carpetes de borracha, caixa de ferramentas, rack de teto e pranchas de desencalhe. Já as outras três versões, indicadas para frotistas e para quem utiliza a picape mais para trabalho ou uso misto, GL, GLS e GLX, mantiveram o visual antigo. Como diferencial, elas contam com a caçamba alongada (1,50 m contra 1,32 das versões HPE e Savana).
Com exceção da caçamba, a estrutura carroceria/suspensão é a mesma em todas as versões. Todas as versões utilizam câmbio manual e motor turbodiesel de 4 cilindros em linha, 170 cavalos de potência e 35 mkgf de torque. A versão HPE oferece as opões de motor diesel com câmbio automático ou motor flex (de 205 cv e 33,5 mkgf com etanol) e câmbio automático.
Mas a grande novidade da linha é a suspensão totalmente nova, herança do desenvolvimento promovido pela Mitsubishi para os ralis. Chamada de Sport Dynamic Suspension, ela conta com os novos amortecedores Full Displacement, que oferecem uma surpreendente relação entre conforto e estabilidade. O segredo está em válvulas que regulam o fluxo do líquido interno, permitindo maior ou menor vazão, garantindo a resposta mais adequada para cada situação.
No test-drive realizado na apresentação do modelo, pudemos comprovar a sua eficiência. No asfalto, o conjunto absorve muito bem as irregularidades no piso e, nas curvas, a carroceria rola muito pouco. As reações são dignas de um automóvel de passeio. Já na terra, a picape consegue atingir boas velocidades mesmo em trilhas acidentadas. Se a picape salta, a aterrisagem é tranquila, sem que a frente afunde em demasia ou desvios de trajetória.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
MITSUBISHI LANCER GT SEDAN

A Mitsubishi entrou no segmento dos sedãs e apresentou no Brasil o Lancer, modelo inspirado no esportivo Evolution X e que se junta ao Sportback Ralliart, apresentado na semana passada.
Por fora, as maçanetas, retrovisores e para-choques são na cor da carroceria. A grade é no estilo jetfighter em formato de trapézio e a ponteira de escape é cromada.
O novo sedã entra no mercado com três versões de acabamento, todas com motor 2.0 a gasolina de 4 cilindros e 16V, que entrega 160 cv de potência e 20 mkgf de torque, acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas ou automática CVT de seis velocidades, com opçõa de trocas por meio de borboletas no volante.
De série, o Lancer vem com rodas aro 18, sensor dos faróis e de chuva, piloto automático, computador de bordo, alarme, vidros e travas elétricos, freios ABS com EBD e BAS e nove airbags (dois frontais, dois laterais, quatro de cortina e um de joelho para o motorista).
A versão topo de linha GT inclui computador de bordo em LCD colorido, bancos em couro, sistema multimídia com tela touch, GPS, CD, DVD e MP3 Player e entrada USB com interface para iPod. Além disso, o Lancer GT pode vir equipado com faróis de duplo xenônio com regulagem automática da altura do facho, lavador do farol, espelho retrovisor interno eletrocrômico e sistema direcional AFS, que ativa um farol lateral quando o motorista vira o volante.
Com três anos de garantia sem limite de quilometragem, o Lancer 2.0 custa R$ 67.990 na versão com câmbio manual, R$ 73.990 com transmissão CVT, R$ 85.990 na versão GT e R$ 89.990 na GT com opcionais.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
MITSUBISHI LANCER SPORTBACK RALLIART

O Mitsubishi Lancer vai ganhar mais um modelo para a linha no mercado brasileiro: o Sportback Ralliart, que é inspirado em modelos de rali e leva o nome da divisão esportiva da marca.
Derivado do Evolution X, o Sportback incorpora elementos como a grade trapezoidal Jetfighter, faróis de duplo xenônio, capô de alumínio com entrada de ar para refrigeração da turbina e dois extratores de ar quente. Na traseira, o aerofólio está posicionado na mesma linha do teto. A ponteira de escape é dupla. Os pneus são de 18 polegadas, com freio a disco nas quatro rodas, refrigerados na dianteira.
Sob o capô, a versão sportback vem com motor 2.0 a gasolina, com intercooler e quatro cilindros, que entrega 250 cavalos de potência e 35 mkgf de toque, acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades com dupla embreagem. As trocas podem ser realizadas por borboletas no volante ou na própria manopla. São dois modos de condução: Normal ou Sport, que realiza as trocas em médias e altas rotações. A tração é integral com três opções: Tarmac (asfalto), Gravel (pedras) e Snow (neve).
Entre os itens de série, o Lancer Sportback Ralliart conta com volante e bancos de couro, sistema multimídia com GPS, DVD, MP3 Player com entrada USB e para iPod, sensor de estacionamento e câmera de ré, pedais em alumínio, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, piloto automático e ar-condicionado automático.
No quesito segurança, o modelo vem com freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e BAS, controle de estabilidade e tração, assistente em aclives, apoios de cabeça ativos, sistema isofix para cadeirinhas, além de airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho (motorista).
O Lancer Sportback Ralliart está disponível em sete cores: White Solid, Cool Silver Metallic, Black Mica, Medium Gray Mica, Red Metallic, Passion Orange Pearl e Lightning Blue Mica. O modelo tem preço sugerido de R$ 149.990 e vem com três anos de garantia sem limite de quilometragem.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
MITSUBISHI PAJERO DAKAR GANHA VERSÃO HPE (FLEX ) NA LINHA 2012
Antes importado da Tailândia, o Pajero Dakar passou a ser produzido na planta de Catalão (GO), substituindo o finado Pajero Sport na linha de produção. As unidades feitas aqui chegaram às lojas em abril já como modelo 2012, trazendo como novidade a troca do conjunto de rodas aro 16 por outro, com 1 polegada a mais, e pneus Scorpion, da Pirelli.
Agora, em junho, a Mitsubishi mostra outra novidade: o Dakar flex, que usa o motor V6 de 3,5 litros que equipa a L200 Triton. A única diferença visual em relação à diesel é a discreta inscrição "flex". A outra mudança, imperceptível aos olhos, é no tamanho do tanque, aumentado de 70 para 90 litros, visando a maior autonomia. Com 205 cv (no álcool), o motor mostra boa disposição e torque abundante (33,5 mkgf a 3500 rpm).
A transmissão automática de quatro velocidades tem uma ligeira demora nas trocas e, quando se pisa fundo no acelerador, solicitando uma redução, a força do motor é despejada com pouca suavidade. O motorista pode optar por trocas manuais na alavanca. O sistema de tração Super Select 4WD oferece as opções 4x2, 4x4, 4x4 com bloqueio de diferencial e 4x4 reduzida. Nas três primeiras opções, a mudança pode ser feita com o veículo em movimento, a até 100 km/h.
Já a suspensão mostrou que absorve as pequenas irregularidades do asfalto, mas sem anular a emoção em terrenos mais acidentados, contando sempre ao motorista o que acontece sob os pneus. "Bem ao gosto dos nossos clientes", diz o supervisor de engenharia e planejamento da Mitsubishi, Fabio Maggion. "O novo set de rodas e pneus, aliás, contribuiu para reforçar essa característica."
O interior continua comportado e com bom acabamento. Destaque para a tela sensível ao toque que reúne GPS, som com CD, DVD, MP3 e Bluetooth com viva-voz. O único opcional é o sensor de estacionamento. A expectativa da marca é trazer um público novo e elevar as vendas para 500 unidades/mês (hoje estão em torno de 190), com a versão flex compondo 35% do mix - vendidas principalmente no Sudeste.


