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terça-feira, 29 de maio de 2012

BMW SÉRIE 7 2013

A BMW revelou a linha 2013 do Série 7. O sedã passou por reestilização, ganhou novos motores e mais equipamentos de série antes da chegada de sua nova geração.

Por fora, os faróis agora são de LED, cada parte da grade conta com nove filetes, os para-choques foram redesenhados, as luzes de setas também estão nas laterais e a traseira tem frisos cromados e refletores.

Já no interior, os assentos de couro têm novo desenho, os ocupantes traseiros ganharam um novo sistema de entretenimento opcional, com tela de 9,2 polegadas, o sistema de som da marca Bang & Olufsen tem 16 alto-falantes e potência de 1.200 Watts e a central multimídia é controlada por uma tela de 10,25´´ no console e ainda exibe imagens 3D.

Debaixo do capô, a linha do Série 7 ganhou um novo motor 3.0 a diesel triturbo com seis cilindros em linha, 375 cv de potência e 74 mkgf de torque, que equipa a versão 750d xDrive. Segundo a montadora, a aceleração de 0 a 100 km/h se dá em 4,9 segundos, com economia de 15,6 km/l e emissões de 169 g/km.

Outra novidade na gama é a segunda geração do sistema híbrido da versão ActiveHybrid7, que trocou o propulsor 4.4 V8 por um 3.0 com seis cilindros e 315 cv de potência. O motor elétrico entrega 54 cv, a transmissão automática é de oito velocidades e o modelo conta com freios regenerativos e sistema Start&Stop. Com as mudanças, o ActiveHybrid7 entrega 349 cv de potência total, com 50 mkgf de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,7 segundos e o sedã pode andar até quatro quilômetros somente com o motor elétrico a uma velocidade máxima de 60 km/h.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

BMW ACTIVEHYBRID 7


Marcas de luxo como BMW, Lexus e Mercedes optaram por oferecer carros híbridos começando pelos modelos topo de linha por várias razões. Nessas versões caras e de baixa “tiragem”, é mais fácil cobrar pela nova tecnologia – e elas servem como laboratório para a futura democratização em direção à base da pirâmide. Também conta o fato de esses carros serem os mais gastões de suas linhas. Ter uma opção híbrida pega bem para a imagem da marca e para a consciência dos clientes.

A Mercedes foi mais fundo e uniu o motor elétrico a um V6 a combustão, enquanto a Lexus (no LS 600) e a BMW (no Série 7) mantiveram os V8. O BMW ActiveHybrid 7, equipado com motor V8 de 407 cv mais o elétrico de 58 cv, tem 465 cv de potência total, o que lhe garante um desempenho ainda mais vigoroso que o BMW 750i, com “apenas” 07 cv. Segundo a fábrica, o tempo de aceleração, de 0 a 100 km/h, caiu de 5,2 para 4,9 segundos. O consumo, como era esperado, melhorou. No ciclo urbano, a média subiu de 6,1 para 7,9 km/l.

O motor elétrico tem participação coadjuvante no deslocamento do Série 7, mas entra em cena em momentos decisivos, como nas arrancadas e nas ultrapassagens, ajudando o V8. Além disso, o motor elétrico regenera energia nas frenagens e nas descidas (quando o motorista alivia o pé do acelerador).

De resto, o ActiveHybrid 7 é idêntico ao 750i, lançado em 2008. Sua carroceria tem uso intensivo de alumínio, para reduzir peso, e seu motor V8 conta com dois turbos e injeção direta, entre outros recursos. O acabamento é de primeira e não faltam equipamentos como GPS, piloto automático e faróis de xenônio. O sistema Dynamic Driving Control ajusta as respostas do câmbio, da direção, do acelerador e da suspensão, de acordo com quatro programas selecionáveis por meio de um botão no console: Comfort, Normal, Sport e Sport+ (este desliga o ESP), indo do comportamento mais confortável ao mais esportivo. Como você pode ver, o Série 7 híbrido é um legítimo aristocrata alternativo.

Por mudanças de última hora, a página sobre o BMW ActiveHybrid 7 (Zero Km) acabou ficando de fora da edição de outubro. A mudança ocorreu de depois de a capa ter sido impressa com a remissão da matéria. QUATRO RODAS pede desculpas pelo ocorrido e veicula aqui a página na íntegra.