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quinta-feira, 14 de julho de 2011

AUDI VAI TER FÁBRICA DE PEÇAS EM JUNDIAÍ,SP


A fabricante de carros de luxo Audi virá para Jundiaí e instalará um centro de distribuição de peças. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da empresa e também pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Jundiaí, Ary Castro Nunes Filho. Além dela, outra empresa do ramo automotivo, desta vez uma fabricante de autopeças, estaria em busca de um galpão em Jundiaí. A empresa é americana e de médio porte, porém o nome e a peça que será fabricada ainda estão sendo mantidos em sigilo.

O secretário Ary Castro confirmou ter sido sondado por representantes da Audi para a instalação de um centro de distribuição de peças na cidade. "Eles ainda não encontraram o espaço. Apenas me sondaram sobre o assunto", desconversa. Já a assessoria de imprensa da empresa confirma o interesse pela cidade, mas também não informa nem quando nem onde será instalado o site.

A reportagem do Jornal de Jundiaí Regional apurou junto a uma empresa especializada em vendas e aluguel de galpões e lotes para empresas, Remax Global, que a autopeças estará em funcionamento na cidade até o final do ano. De acordo com o diretor administrativo da empresa, João Paulo Basilio, o local ainda não foi definido.

"Os demais serviços já foram firmados. A contabilidade e a revenda das peças já estão definidas", conta. Esses serviços serão prestados por empresas terceirizadas. O diretor não quis adiantar o nome da fabricante nem qual peça será manufaturada, mas informou que a empresa será de médio porte e o destino final do produto não é específico para uma única marca de automóvel.

Apple - A falta de asfalto e de acesso, que seriam as pendências para a inauguração da unidade Apple na rodovia Anhanguera, em Jundiaí, estão em andamento. O asfalto está sendo feito e o governador Geraldo Alckmin, em reunião com autoridades da cidade nesta semana, pediu urgência para os estudos das alças de acesso pela Artesp.

Segundo a assessoria de imprensa da Foxconn, a empresa não irá se manifestar sobre novidades até setembro, mês que está sendo dado como de inauguração da empresa, com a presença da presidente Dilma Rousseff e também para o lançamento do novo modelo de iPhone, mais fino e com câmera de 8 megapixels de resolução.

domingo, 10 de julho de 2011

FORD CARGO 2012


A Ford apresentou em Fortaleza, Ceará, a nova linha de caminhões da família Cargo. Os 11 modelos receberam novo desenho de carroceria, sendo que cinco deles ganharam a opção de cabine leito. Os caminhões da nova família estão dentro da faixa de 13 a 31 toneladas de peso bruto total, e um capacidade máxima de tração de até 63 toneladas. A nova linha é formada pelos modelos Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717, Cargo 2622, Cargo 2628, e Cargo 3132, com cabine-regular; e Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2428, Cargo 1932R e Cargo 1932, com cabine-regular ou cabine-leito. "A criação da cabine com leito surgiu pelo fato da Ford entender as necessidades dos frotistas e motoristas autônomos", explica João Marcos Ramos, chefe de design da Ford América do Sul. De acordo com as pesquisas da Ford, 40% dos seus compradores são autônomos e precisam deste item. A Ford é a última fabricante a usar a opção de cabine com leito em sua linha. Agora, os motoristas poderão desfrutar de um espaço de 1,90 m por 60 cm. Abaixo dessa cama há um compartimento para malas. Cada segmento no seu lugar Para receber os novos Cargo a Ford preparou uma rede exclusiva, composta por 134 pontos espalhados pelo Brasil. A idéia é fazer como Volkswagen e Mercedes que nunca misturaram automóveis e utilitários na mesma loja. Como diferenciais de atendimentos a Ford disponibilizará serviços de telemetria, almoço e leitos para os usuários nos pontos, caso haja a necessidade do uso desses serviços. Mudar para não deixar a diferença aumentar Visualmente os novos Cargo ficaram mais “parrudos”. Na área frontal, destaca-se um conjunto de grades, menos reto que as linhas anteriores, com uma tela ao fundo do tipo colmeia. Os dois defletores laterais criam um fluxo de ar nas laterais da cabine e ajudam a manter as portas limpas. A boa área envidraçada, também presente na família antecessora, continua. A nova aparência visual só não foi emplacada nos modelos leves Cargo 712 e 815. De acordo com a Ford, uma questão de tempo e de adequação da linha de produção. Interior e equipamentos O painel do Ford Cargo tem o velocímetro separado do tacógrafo. Um detalhe que foi herdado do mundo dos automóveis é a iluminação interna na cor Ice Blue. Outro atrativo do Ford “cara chata” é a nova coluna de direção com ajuste pneumático. Um detalhe que talvez incomode é o ar-condicionado como equipamento opcional. Como itens de série o Cargo oferece: vidros elétricos, travas e espelhos elétricos, luzes de leitura individuais, acendedor de cigarro, tomadas de 12V e 24V, ponto de ar comprimido para limpeza da cabine e preparação para instalação de som. O cavalo-mecânico e os modelos 4x2 e 6X2 vêm com um retrovisor superior adicional que reduz os pontos cegos e facilita as manobras. Motor continua o mesmo A Ford manteve os parceiros que o consagraram no mercado de reparação. Um exemplo disso é a continuação do uso dos motores Cummins de 4 e 6 cilindros, reconhecidos como econômicos e de baixo custo de manutenção. Outro item reconhecido pelo mercado reparador são as transmissões Eaton das famílias FS, de seis marchas com primeira sincronizada, e FTS, com 13 marchas, totalmente sincronizadas. Motores - 3.9 ISB 170, de quatro cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 170 cv e torque de 600 Nm (Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717); - 5.9 ISB 220, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 220 cv e torque de 820 Nm (Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2622); - 5.9 ISB 275, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 275 cv e torque de 950 Nm (Cargo 2428, Cargo 2628); e - 8.3 ISC 315, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 320 cv e torque de 1.288 Nm (Cargo 3132, Cargo 1932R e Cargo 1932). Mercado De acordo com o release de apresentação do caminhão da Ford, o projeto da linha Cargo 2012 consumiu três anos de trabalho de desenvolvimento e pesquisas. Conforme a fabricante, a Ford Caminhões tem uma participação de 19% na América do Sul. No Brasil, está entre as três marcas de maior prestígio e sua participação de mercado foi 23,9%, sem contabilizar o segmento de caminhões extra-pesados. Na Argentina, a Ford tem 23% de mercado, enquanto que no Chile é de 6%. Na Venezuela, a Ford é líder de mercado com 38% de participação. Sem divulgar os valores sugeridos, principalmente pelo fato de que cada venda é uma venda, Oswaldo Jardim, diretor de operações de caminhões para a América do Sul, disse que os valores da família Cargo estarão inferiores ao da linha VW Constellation

sexta-feira, 8 de julho de 2011

AUDI Q3



No mercado de SUVs de luxo, a Audi tinha o mediano Q5 (a partir de R$ 205.840), o grandalhão Q7 (por nada módicos R$ 320 mil) e uma enorme lacuna habilmente ocupada pela concorrência. A alternativa para reaver o espaço abaixo dos R$ 200 mil tomou forma em abril, durante o Salão de Xangai, com a apresentação do compacto Q3, mais novo membro da família 3, que atualmente conta com um hatch (o A3) e no futuro terá também um três-volumes. O lançamento oficial do modelo foi feito esta semana em Zurique, na Suíça. A partir de agora, os compradores da Europa podem encomendar o Q3, embora a entrega só comece no último trimestre do ano, muito certamente após o Salão de Frankfurt. O Brasil só deverá ver o SUV em 2012, mas UOL Carros mostra os detalhes já.

O Q3 é uma espécie de "primo rico" do Volkswagen Tiguan: ambos são fabricados sobre a mesma plataforma, na unidade da Seat em Martorell, na Espanha. Não há, no entanto, qualquer outra comparação possível entre os dois modelos além desta. Na palavra dos engenheiros da Audi, o Q3 "divide a arquitetura, mas tem componentes mais bem desenvolvidos". Tanto é assim, que o modelo não virá para ser concorrente do SUV compacto da Volks: a mira está posta diretamente sobre o BMW X1, atual líder de vendas do segmento na Europa. Outros integrantes do clube premium -- Mercedes-Benz GLK, Volvo XC60 e modelos da Land Rover -- acabam sendo adversários também, embora sem tantas faíscas, por questão de preço ou especificação.

A Audi é clara com sua meta: com bastante conteúdo e preço competitivo em relação ao do principal rival, o Q3 deve vender 100 mil unidades num ano em todo o mundo e, assim, liderar o nicho de SUVs compactos premium. Na Europa, o Q3 terá ao menos cinco opções de acabamento/motorização, movidas a diesel ou a gasolina, com preços na faixa que vai dos 30 mil a pouco mais de 40 mil euros. No Brasil, onde apenas as versões a gasolina circularão, é certa a chegada do modelo com motor 2.0 TFSI (com turbo e injeção direta de combustível) de 213 cavalos, tração integral quattro e câmbio automatizado S tronic de sete marchas e dupla embreagem.

Lá fora, esta configuração tem preço de 42.470 euros, ligeiramente abaixo dos 42.600 euros pedidos pela BMW em seu X1 xDrive 28i. Considerando esta motorização, o nível habitual de equipamentos de um modelo Audi no país, o preço do X1 por aqui (R$ 120 mil pela configuração mais simples, R$ 199 mil na mais completa) e indicações de representantes da Audi, uma estimativa para o preço inicial do Q3 pode ser de R$ 140 mil. Repetindo, trata-se de um palpite, uma vez que o preço definitivo só deve ser divulgado no próximo ano. De toda forma, uma versão sem a tração quattro, com câmbio manual de seis marchas e com o mesmo motor de 2 litros gerando apenas 170 cv também pode ser distribuída por aqui, com valor mais competitivo, se a fabricante julgar necessário.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

FREEMONT VAI CHEGAR AO BRASIL



a fiat agora é a dona da chrysler, porque alguns sites falaram que iam lançar o 500 (da chrysler), agora vai lançar de genebra o journey (o nome é freemont) mas agora é da fiat, ele é bem largo que o da dodge, ele carrega 7 lugares como o mohave e o sorento da kia, também o santafe e o veracruz da hyundai

KA 2012


A vida do Ka sofreu uma reviravolta em 2008. O antigo compacto de quatro lugares cedeu espaço para um modelo feito para atender as necessidades do consumidor de carros populares, com espaço para passageiros e bagagem. O Ka virou um sucesso e rapidamente assumiu lugar de destaque na linha de produtos da Ford.


Por isso, é fácil entender a atenção dedicada na primeira reestilização feita no modelo que hoje responde por 19% das vendas da Ford. As principais mudanças foram realizadas na frente, que ganhou novo para-choque e faróis com máscara negra. Atrás, as lanternas do Ka trocaram as lentes vermelhas por um conjunto transparente e o para-choque ganhou um aplique preto com dois refletores na parte inferior. As calotas e rodas de liga leve de 14 polegadas também são novas.

Olhando por dentro é mais difícil reparar nas alterações. A principal delas foi a adoção da iluminação branca, que substitui a antiga de tom esverdeado. O revestimento dos bancos e painéis de porta é inédito e algumas partes do painel receberam pintura prateada. As palhetas dos limpadores do para-brisa agora são do tipo flat-blade - mais eficientes e silenciosas - e o compacto também recebeu mudanças na suspensão, que ganhou borrachas no batente superior. Segundo a Ford, a alteração visa melhorar o isolamento acústico do veículo.

Mas a grande novidade do Ka 2012 é o reposicionamento da versão com motor 1.6. A partir de agosto, o propulsor é oferecido na versão Sport, equipada com spoiler dianteiro, saias laterais, aerofólio e rodas de liga leve de 15 polegadas. Chama muita atenção a decoração do carro, com a opção de uma exclusiva cor laranja e faixas decorativas em preto fosco (nas cores preta e vermelha as faixas são brancas) inspiradas no Mustang Boss. O interior tem acabamento exclusivo, com o logotipo Sport nos bancos.

No que diz respeito ao desempenho, o Ka 2012 também evoluiu. O motor Zetec RoCam 1.0 atinge a velocidade máxima de 162 km/h com etanol e 160 km/h quando abastecido com gasolina. No caso do propulsor 1.6, os números sobem para 181 km/h e 178 km/h. Os preços do Ka 2012 começam em 24.500 reais sem opcionais. A versão Sport custa a partir de 35.900 reais.


sábado, 2 de julho de 2011

J3 SEDAN (TURIN) X SIENA X VOYAGE


Siena e Voyage dominam o segmento dos sedãs pequenos não populares, com motor acima de 1.0. Nele, o consumidor é racional e faz questão ainda de um bom pacote de equipamentos de segurança e conforto para ele e sua família. "Nunca vendi tanto Voyage com ABS e airbag", disse um vendedor da concessionária paulistana Caraigá, confirmando o bom momento que vive o segmento. Corsa, Prisma, Classic, Logan, Symbol, Polo e Fiesta ficam de fora por venderem bem menos que Siena e Voyage ou simplesmente porque atingem outra faixa de consumidor.

Apoiado numa estratégia de oferecer mais (equipamentos) por menos (dinheiro), o J3 Turin estreia disposto a conquistar espaço. Acompanhe, a seguir, como ele se sai no confronto direto com seus rivais.

O motor E.TorQ 1.6 16V fez um grande bem ao Siena. Até o fim do ano passado, quando ainda utilizava o antigo 1.8, ele carregava a justificada fama de ter um apetite desproporcional ao que andava. Agora ele se mostra bem mais eficiente, com um bom balanço entre desempenho e consumo. Na cidade e na estrada, ele bebe menos que o Voyage - que é 1.6 também, porém com apenas oito válvulas - e ainda é o que precisa de menos tempo para ir de 0 a 100 km/h: apenas 10,7 segundos. Com uma suspensão mais solta, o Siena inclina nas curvas e abaixa o nariz nas frenagens. Em contrapartida, é o que menos "leva pra dentro" o sacolejo de um asfalto maltratado.


Com bom desempenho na pista, o Siena derrapou na análise "de bolso". De acordo com a Audatex, o Fiat é o sedã com a Cesta QUATRO RODAS mais cara do comparativo. Já a corretora de seguros detectou que o Siena também é o dono da apólice mais cara entre os três modelos aqui reunidos. Por fim, houve um empate técnico com o Voyage na projeção dos custos com as revisões até 30 000 km, apurados nos sites das fábricas: 680 reais do Fiat contra 687 reais do Volkswagen - o JAC foi, em média, 15,3% melhor, com uma conta de 579 reais.

Na análise estética, o Siena sofre mais pela decoração antiga da cabine do que pelo visual da carroceria. Se as lanternas horizontais estilo Alfa Romeo lhe conferem certo ar de requinte, entrar no Siena tem um quê de volta ao passado - esse layout do painel estreou em 2004 na família Palio.

Para se nivelar ao J3 Turin em equipamentos, Siena e Voyage precisam do mesmo pacote, com ar, direção, ABS, airbag duplo, som, alarme, vidros traseiros e retrovisores elétricos, rodas de liga leve, banco traseiro bipartido e sensor de ré. No Fiat, esse conjunto acresce 10108 reais, fazendo o preço saltar de 40 230 para 50 338 reais.

Se for para comprar um Voyage bem equipado, vale mais a pena partir para a versão Comfortline, topo de linha - o modelo cedido pela VW é um Trend, intermediário, mas as considerações do comparativo tomam por base a Comfortline.


O Voyage não vacilou: onde o Siena derrapou, ele botou de lado e ultrapassou. Contra o Fiat, foi forte no preço de peças e de seguro. Mas foi igualmente frágil diante do JAC em custo de revisões e no preço com equipamentos nivelados. Mas há que se ressaltar que o Voyage é de longe superior aos rivais em qualidade de acabamento e dirigibilidade. Os plásticos utilizados são foscos e de toque agradável. Com projeto menos datado que o do Siena, o VW tem um layout muito mais harmonioso e atual, o que reforça a sensação de qualidade geral. Se você é do tipo que dá "peso 2" ao prazer ao dirigir, sinta-se à vontade para inverter o resultado, pois o Voyage é o que melhor se comunica com o piloto. A suspensão, mais rígida, é a que oferece a melhor relação entre desempenho e conforto. Na estrada, é firme em velocidades elevadas. Na cidade, a direção com assistência na medida certa proporciona conforto nas manobras e uma comunicação de pronta resposta em meio ao trânsito.

Quanto ao aproveitamento de espaço, os três sedãs são equivalentes. O Voyage tem o menor porta-malas, com capacidade para 480 litros - algo como uma mala de bordo (20 litros) a menos que o Siena (500 litros) e uma mochila escolar (10 litros) a menos que o J3 (490 litros). O JAC tem mais espaço na dianteira, mas o Voyage é quem recebe melhor o motorista: é o único com ajuste de profundidade do volante. Em todos, a coluna é regulável somente em altura.

Nivelado em equipamentos ao J3 Turin, o Voyage pede um acréscimo de 9 360 reais, passando a custar 50 520 reais.

Em março de 2011, o J3 hatch encarou a concorrência e ficou numa honrosa segunda colocação, atrás do Sandero e à frente de Fiesta, Fox e Agile. Aqui, entre os sedãs, o J3 conquistou a vitória. Como falamos no confronto dos hatches, o J3 carrega o peso de ser uma aposta, afinal a JAC ainda precisa comprovar, na prática, que saberá cobrar de suas concessionárias um atendimento ágil, competente e obediente o suficiente para seguir as sugestões de preços de peças e revisões da fábrica. A "dívida" da marca chinesa com o consumidor ainda é a mesma, mas, ao encarar Siena e Voyage, o J3 sedã, com seu invejável custo-benefício, se mostra imbatível - e atraente o suficiente para valer a aposta de 39 900 reais.


A JAC decidiu chamar seu motor de 1 332 cm3 de 1.4. Estranho, mas Honda, Fiat e Mercedes fazem o mesmo em alguns de seus carros. O que importa mesmo é o resultado obtido pelo motor com bloco de alumínio e comando variável das válvulas de admissão. Produzido pela austríaca AVL - fábrica que desenvolveu e produziu o sistema de recarga das baterias do Audi A1 e-tron -, o motor bebe só gasolina por enquanto, mas uma central flex deverá ser adotada em 2012. Na pista, o J3 mostrou, como era previsto, menos pique nas acelerações e retomadas que seus rivais de motor 1.6 flex. Considerando os números obtidos na prova de consumo urbano, o gasto com gasolina a cada 100 km é de 24,46 reais - com etanol, o Voyage gasta 27,87 e o Siena 26,83 reais.

Some ao custo-benefício matador uma garantia de seis anos, um comportamento tão satisfatório quanto o do Siena e os menores preços de peças, revisões e seguro e terá reunido os motivos que levaram o J3 Turin à vitória. Sim, um carro chinês faturando um comparativo contra os dois sedãs instalados no topo do ranking de vendas, quem diria? Talvez nem mesmo os próprios chineses.

FLAGRA DE UMA SILVERADO NOVA EM JUNDIAI


ontem, as 8 horas da noite, eu estava dentro do meu carro, quando vi uma picape da GM (chevrolet), achei que era a t-4 (tahoe), era a nova silverado ! não era a grand blazer, ano 2008.