Os leitores de NOTÍCIAS DE CARROS estão habituados ao trabalho caprichoso do fotógrafo Marco de Bari. Detalhista, Bari também é discreto. Preferiu não se autorretratar nos cromados do Edge. O SUV, por sua vez, não disfarça a indiscrição por onde passa. A carroceria desfila um visual arredondado, ligeiramente musculoso, e abusa dos cromos na dianteira e nas rodas de 20 polegadas, recursos de estilo que a Ford começou a usar com mais moderação.
Por dentro, o foco das atenções está na tecnologia e no conforto. Quem não é afeito a apetrechos eletrônicos pode se incomodar com tantos botões. Ou até com a falta deles. O sistema de entretenimento, no centro do painel, tem superfície sensível ao toque, que dispensa comandos mecânicos. A mesma peça tem a grife da Sony estampada no plástico brilhante e não é difícil notar o logotipo da Microsoft, empresa que ajudou a desenvolver o MyFord Touch, equipamento que faz a alegria dos fanáticos por conectividade. A tecnologia integra ar-condicionado, GPS, áudio, Bluetooth e até câmera de ré. Dificilmente você não conseguirá ouvir música, já que há duas portas USB, slot para cartão de memória, entrada auxiliar e até uma conexão RCA, que permite ligar equipamentos de áudio e vídeo.
No quadro de instrumentos, duas telas de LCD ladeiam o velocímetro. É possível selecionar as informações exibidas, bem como as cores do mostrador. Da mesma forma, o motorista também seleciona o tom da iluminação interna.
A soma do painel atrás do volante com a tela central e as luzes da cabine acaba criando uma salada cromática confusa de ler. Belo, o acabamento piano black atrai olhares e também muita poeira. Para limpar, nem mesmo uma flanela macia é suficientemente delicada para evitar riscos na superfície e desagradar os mais detalhistas. E isso não é excesso de zelo. O sistema é exclusivo da versão Limited, topo de linha, que custa 150 590 reais, mas o Edge parte de 127 150 reais. Com tração integral, o mais caro vai a 155 890 reais.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
FIAT STRADA TREKKING 1.6 CD
A vinda do novo Palio, em novembro do ano passado, desatualizou o restante da família, que não acompanhou a mudança de geração do hatch. Sem planos de curto prazo para substituir a plataforma da picape, a Strada passou por uma leve reestilização na dianteira e no interior. A mudança externa se concentra no para-choque, medida que renova a aparência, sem rejuvenescê-la. Para conter gastos, a Fiat optou por manter os faróis do Palio de quarta geração, bem como o capô. A grade do radiador, retangular com linhas horizontais, cedeu lugar a uma grelha do tipo colmeia, decorada por um filete cromado que abriga o logotipo da marca. Na parte traseira, a diferença está na moldura de plástico sem pintura que contorna o símbolo da Fiat.
O interior também foi atualizado, com a troca do painel apresentado em 2004. A Fiat fez um upgrade no sistema de som e trocou de lugar os botões do computador de bordo. O painel ainda abriga nichos que, na versão Adventure, incorporam os botões do Locker.
Com a reforma de estilo, a Fiat reposicionou a linha Strada. A partir de agora, a versão Trekking passa a vir com o motor E.torQ 1.6 16V, em lugar do 1.4. O trem de força menor equipará exclusivamente a versão Working, que, por sua vez, aposenta a Strada Fire.
O motor 1.6 desenvolve 117 cv quando abastecido com etanol e 115 cv com gasolina, mostrando-se mais adequado que os 86 cv do 1.4 Fire.
Além disso, a Trekking ganhou a opção de cabine dupla. Dessa forma, as três versões podem vir com três cabines distintas. A ideia é preencher a faixa dos 40 000 aos 45 000 reais, fatia de mercado que a marca não atendia. Assim, as nove configurações cobrem preços que partem de 31 490 reais (Working Cabine Simples) e chegam a 54 060 reais, com a Strada Adventure Dualogic Cabine Dupla.
Nos primeiros cinco meses do ano, 118 579 Strada foram vendidas. A Saveiro, segunda colocada, emplacou 7 1 202 carros. Segundo a Fiat, quase metade das picapes tem cabine dupla.
O interior também foi atualizado, com a troca do painel apresentado em 2004. A Fiat fez um upgrade no sistema de som e trocou de lugar os botões do computador de bordo. O painel ainda abriga nichos que, na versão Adventure, incorporam os botões do Locker.
Com a reforma de estilo, a Fiat reposicionou a linha Strada. A partir de agora, a versão Trekking passa a vir com o motor E.torQ 1.6 16V, em lugar do 1.4. O trem de força menor equipará exclusivamente a versão Working, que, por sua vez, aposenta a Strada Fire.
O motor 1.6 desenvolve 117 cv quando abastecido com etanol e 115 cv com gasolina, mostrando-se mais adequado que os 86 cv do 1.4 Fire.
Além disso, a Trekking ganhou a opção de cabine dupla. Dessa forma, as três versões podem vir com três cabines distintas. A ideia é preencher a faixa dos 40 000 aos 45 000 reais, fatia de mercado que a marca não atendia. Assim, as nove configurações cobrem preços que partem de 31 490 reais (Working Cabine Simples) e chegam a 54 060 reais, com a Strada Adventure Dualogic Cabine Dupla.
Nos primeiros cinco meses do ano, 118 579 Strada foram vendidas. A Saveiro, segunda colocada, emplacou 7 1 202 carros. Segundo a Fiat, quase metade das picapes tem cabine dupla.
MINI COOPER ROADSTER S
A linha Mini não para de crescer. O mais novo lançamento é o Roadster. Ele é o sexto modelo da marca. Os outros são Cooper, Cabrio, Clubman, Countryman e Coupé. Cada qual em diferentes versões: One, S e JCW. A partir de agora, escolher um Mini tomará mais tempo do comprador. Isso porque, apesar de semelhantes, os modelos apresentam propostas diversificadas. É o caso dos conversíveis Roadster e Cabrio. Embora tenham os mesmos faróis, lanternas, rodas, grade (contornos), painel e bancos, de perto os dois sem-teto são bem diferentes.
Visualmente, o para-brisa do Roadster é mais inclinado: 13 graus, precisamente. Sua linha de cintura eleva-se ligeiramente na traseira, enquanto no Cabrio é perfeitamente plana. O Roadster é o único Mini com três volumes definidos (motor, cabine e porta-malas), uma vez que a cabine mais curta liberou espaço para um porta-malas bem definido - modo de dizer, porque sua capacidade é de apenas 280 litros, o suficiente para as malas de um casal: 20 litros para ele, 260 litros para ela. Na traseira, o Roadster também se diferencia por ter ombros mais volumosos, margeando o pequeno aerofólio, que é acionado automaticamente quando o carro atinge 80 km/h.
Por dentro, ele tem dois lugares, enquanto o Cabrio tem quatro, embora o espaço traseiro do Cabrio seja tão discreto que o mais correto seria dizer que ele é 2+2 (leva dois adultos e duas crianças).
A maior diferença entre os conversíveis está no comportamento. Enquanto o Cabrio é um carro para desfilar no fim de semana, de preferência num dia de sol à beira-mar, o Roadster é para ser dirigido em uma estrada, aproveitando as retas e as curvas - respeitando os limites legais de velocidade, obviamente. O Cabrio tem direção leve (embora, direta) e suspensão macia, enquanto o Roadster conta com sistema de direção firme e calibragem de suspensão dura.
O Roadster é um kart. Como recebeu reforços (na traseira, no para-brisa e nas soleiras das portas), por causa da ausência da capota, ele ganhou maior rigidez e ficou com o centro de gravidade mais baixo, o que alterou completamente seu comportamento. Pode-se dizer que ele ficou mais alemão e menos inglês.
Antes de optar por um Mini conversível, o consumidor deve pensar no que espera de um carro. Na estrada, o Cabrio talvez decepcione quem gosta de dirigir mais esportivamente. Na cidade, o Roadster se tornará cansativo para os que privilegiam o conforto. Além de rude, o Roadster é um carro barulhento em nosso piso esburacado, uma vez que a suspensão esportiva não filtra as imperfeições das vias com grande eficiência.
A diferença de preços entre as versões não é grande. O Roadster S (com motor 1.6 de 184 cv e câmbio automático de seis marchas) custa 144 950 reais, contra os 137 950 reais cobrados pelo Cabrio com a mesma configuração de motor e câmbio, bem como equipamentos: ar-condicionado, sistema de som, rodas de liga leve, airbags e ESP. A capota do Roadster tem acionamento manual (mas é fácil abrir e fechar).
Você, com qual das duas ficaria? Na dúvida, comprar um exemplar de cada um não seria má ideia. Basta ter espaço, na garagem e no orçamento
Visualmente, o para-brisa do Roadster é mais inclinado: 13 graus, precisamente. Sua linha de cintura eleva-se ligeiramente na traseira, enquanto no Cabrio é perfeitamente plana. O Roadster é o único Mini com três volumes definidos (motor, cabine e porta-malas), uma vez que a cabine mais curta liberou espaço para um porta-malas bem definido - modo de dizer, porque sua capacidade é de apenas 280 litros, o suficiente para as malas de um casal: 20 litros para ele, 260 litros para ela. Na traseira, o Roadster também se diferencia por ter ombros mais volumosos, margeando o pequeno aerofólio, que é acionado automaticamente quando o carro atinge 80 km/h.
Por dentro, ele tem dois lugares, enquanto o Cabrio tem quatro, embora o espaço traseiro do Cabrio seja tão discreto que o mais correto seria dizer que ele é 2+2 (leva dois adultos e duas crianças).
A maior diferença entre os conversíveis está no comportamento. Enquanto o Cabrio é um carro para desfilar no fim de semana, de preferência num dia de sol à beira-mar, o Roadster é para ser dirigido em uma estrada, aproveitando as retas e as curvas - respeitando os limites legais de velocidade, obviamente. O Cabrio tem direção leve (embora, direta) e suspensão macia, enquanto o Roadster conta com sistema de direção firme e calibragem de suspensão dura.
O Roadster é um kart. Como recebeu reforços (na traseira, no para-brisa e nas soleiras das portas), por causa da ausência da capota, ele ganhou maior rigidez e ficou com o centro de gravidade mais baixo, o que alterou completamente seu comportamento. Pode-se dizer que ele ficou mais alemão e menos inglês.
Antes de optar por um Mini conversível, o consumidor deve pensar no que espera de um carro. Na estrada, o Cabrio talvez decepcione quem gosta de dirigir mais esportivamente. Na cidade, o Roadster se tornará cansativo para os que privilegiam o conforto. Além de rude, o Roadster é um carro barulhento em nosso piso esburacado, uma vez que a suspensão esportiva não filtra as imperfeições das vias com grande eficiência.
A diferença de preços entre as versões não é grande. O Roadster S (com motor 1.6 de 184 cv e câmbio automático de seis marchas) custa 144 950 reais, contra os 137 950 reais cobrados pelo Cabrio com a mesma configuração de motor e câmbio, bem como equipamentos: ar-condicionado, sistema de som, rodas de liga leve, airbags e ESP. A capota do Roadster tem acionamento manual (mas é fácil abrir e fechar).
Você, com qual das duas ficaria? Na dúvida, comprar um exemplar de cada um não seria má ideia. Basta ter espaço, na garagem e no orçamento
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
TOYOTA CENSURA BLOG NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS
O blog Notícias Automotivas foi censurada pela fábrica japonesa de carros Toyota e disse que não pode falar mais nada sobre a marca de carros,a censura aconteceu quando teve uma prévia do Toyota Corolla S , versão que já foi vendida no Brasil com a Fielder,versão wagon do Corolla,a última notícia sobre o Corolla foi pelo prêmio de melhor sedan médio do país,o exemplo : Se amanhã o Corolla S fosse lançado amanhã o blog Notícias Automotivas não poderia marcar o lançamento do Corolla S.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
MERCEDES BENZ ML350 BLUEEFICIENCY SPORT
A Mercedes-Benz iniciou nesta segunda-feira, dia 2 de julho, as vendas da terceira geração do Classe M no Brasil. O pioneiro entre os utilitários esportivos de luxo manteve suas capacidades off-road, mas aposta em uma receita mais urbana, voltada para o luxo e elegância, e incorpora as mais novas tecnologias desenvolvidas pela marca alemã.
Em seu design, a frente ganhou linhas mais sóbrias e cujas linhas remetem mais a um automóvel, com a grade formada por dois filetes cromados e os faróis mais afilados. A coluna C larga, característica marcante do modelo, foi mantida, mas a lateral ganhou vincos mais marcantes. Na traseira, a principal novidade fica por conta das lanternas que invadem a tampa do porta-malas e a lateral do paralamas.
O modelo, inicialmente, será vendido apenas em uma versão, a ML 350 BlueEfficiency Sport, que custará 335 mil reais e é equipada com motor de seis cilindros em "V", de 3,5 litros e 306 cavalos de potência, a 6500 rpm. Dos recentes sedãs da marca, o Classe M herdou o câmbio automatizado 7G tronic, mas que incorporou um novo conversor de torque que privilegia o conforto - as trocas são realizadas com ainda mais suavidade - ao invés da performance.
Como o sobrenome diz, o Classe M agora incorpora o conceito "BlueEfficiency", que busca oferecer mais economia de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes. Isso sem abrir mão da performance. Além de melhorias no motor em si e do câmbio 7G tronic, o carro traz pneus de baixa resistência ao rolamento, direção elétrica e gerenciamento do alternador inteligentes - eles só são acionados quando necessário, e alterações aerodinâmicas que reduziram o seu coeficiente aerodinâmico.
Dos sedãs, o Classe M também herda outras tecnologias, como o Attention Assist, que monitora as reações do motorista ao volante e identifica quando o estado de cansaço atinge níveis críticos, emitindo sinal sonoro e visual recomendando uma parada para descanso, e o Intelligent Light System, que faz com que o facho dos faróis acompanhem o movimento do carro nas curvas e que o abaixa quando detecta veículos vindo em outro sentido, e o COMMAND Online, que através da conexão de um smartphone oferece acesso à internet na tela central de 7 polegadas.
Outra novidade é que o modelo não terá mais opcionais. O carro será vendido em uma configuração única, incorporando os itens mais solicitados pelo mercado brasileiro. Dentre eles, se destaca o sistema de entretenimento interno, que traz telas de nove polegadas nos bancos traseiros e que podem mostrar conteúdos diferentes entre si.
Até o Salão do Automóvel de São Paulo, agendado para o final de outubro, a Mercedes deve disponibilizar a versão ML 63 AMG, ainda sem preço definido
Em seu design, a frente ganhou linhas mais sóbrias e cujas linhas remetem mais a um automóvel, com a grade formada por dois filetes cromados e os faróis mais afilados. A coluna C larga, característica marcante do modelo, foi mantida, mas a lateral ganhou vincos mais marcantes. Na traseira, a principal novidade fica por conta das lanternas que invadem a tampa do porta-malas e a lateral do paralamas.
O modelo, inicialmente, será vendido apenas em uma versão, a ML 350 BlueEfficiency Sport, que custará 335 mil reais e é equipada com motor de seis cilindros em "V", de 3,5 litros e 306 cavalos de potência, a 6500 rpm. Dos recentes sedãs da marca, o Classe M herdou o câmbio automatizado 7G tronic, mas que incorporou um novo conversor de torque que privilegia o conforto - as trocas são realizadas com ainda mais suavidade - ao invés da performance.
Como o sobrenome diz, o Classe M agora incorpora o conceito "BlueEfficiency", que busca oferecer mais economia de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes. Isso sem abrir mão da performance. Além de melhorias no motor em si e do câmbio 7G tronic, o carro traz pneus de baixa resistência ao rolamento, direção elétrica e gerenciamento do alternador inteligentes - eles só são acionados quando necessário, e alterações aerodinâmicas que reduziram o seu coeficiente aerodinâmico.
Dos sedãs, o Classe M também herda outras tecnologias, como o Attention Assist, que monitora as reações do motorista ao volante e identifica quando o estado de cansaço atinge níveis críticos, emitindo sinal sonoro e visual recomendando uma parada para descanso, e o Intelligent Light System, que faz com que o facho dos faróis acompanhem o movimento do carro nas curvas e que o abaixa quando detecta veículos vindo em outro sentido, e o COMMAND Online, que através da conexão de um smartphone oferece acesso à internet na tela central de 7 polegadas.
Outra novidade é que o modelo não terá mais opcionais. O carro será vendido em uma configuração única, incorporando os itens mais solicitados pelo mercado brasileiro. Dentre eles, se destaca o sistema de entretenimento interno, que traz telas de nove polegadas nos bancos traseiros e que podem mostrar conteúdos diferentes entre si.
Até o Salão do Automóvel de São Paulo, agendado para o final de outubro, a Mercedes deve disponibilizar a versão ML 63 AMG, ainda sem preço definido
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RENAULT CLIO 2013
A Renault exibiu nesta terça-feira (3) as primeiras imagens oficiais da quarta geração do Clio. Além do visual renovado, o modelo recebeu novo revestimento interno, tecnologias, motorizações e mira em rivais como Ford Fiesta e Fiat Punto, na Europa.
Segundo a Renault, o novo Clio oferecerá como item de série ou opcional (dependendo da configuração) componentes como câmera de marcha ré, tecnologia key-less, sistema de navegação com tela touch screen de 7", faróis de LED, entre outros.
Para o lançamento, a Renault anuncia três novos motores. O primeiro é o chamado TCe 90, propulsor tricilíndrico a gasolina produzido pela Renault. Com 0.9 litro de deslocamento e turbocompressor, o componente gera 90 cv a 5.000 rpm e 13,8 kgfm de torque a 2.500 rpm. Usando sistema Start-Stop, ele também permite consumo médio de 23,2 km/l e emissão de 99 g/km de CO2 no novo Clio.
O segundo novo propulsor do Clio é o dCi 90, a diesel, com 1.5 litro e gera 90 cv a 4.000 rpm e 22,4 mkgf de torque a 1.750 rpm. Segundo a marca, este componente realiza consumo médio de 31,2 km/l e emite 83 g/km de CO2. O terceiro motor anunciado é o TCe 120, um 1.2 a gasolina, sobrealimentado por turbo e com injeção direta de combustível, capaz de produzir 120 cv e 19,4 mkgf de força. Este último terá como opcional um câmbio de dupla embreagem.
O novo Renault Clio será oferecido em oito opções de cores, na Europa. Nenhuma informação foi divulgada até o momento sobre o preço do hatch
Segundo a Renault, o novo Clio oferecerá como item de série ou opcional (dependendo da configuração) componentes como câmera de marcha ré, tecnologia key-less, sistema de navegação com tela touch screen de 7", faróis de LED, entre outros.
Para o lançamento, a Renault anuncia três novos motores. O primeiro é o chamado TCe 90, propulsor tricilíndrico a gasolina produzido pela Renault. Com 0.9 litro de deslocamento e turbocompressor, o componente gera 90 cv a 5.000 rpm e 13,8 kgfm de torque a 2.500 rpm. Usando sistema Start-Stop, ele também permite consumo médio de 23,2 km/l e emissão de 99 g/km de CO2 no novo Clio.
O segundo novo propulsor do Clio é o dCi 90, a diesel, com 1.5 litro e gera 90 cv a 4.000 rpm e 22,4 mkgf de torque a 1.750 rpm. Segundo a marca, este componente realiza consumo médio de 31,2 km/l e emite 83 g/km de CO2. O terceiro motor anunciado é o TCe 120, um 1.2 a gasolina, sobrealimentado por turbo e com injeção direta de combustível, capaz de produzir 120 cv e 19,4 mkgf de força. Este último terá como opcional um câmbio de dupla embreagem.
O novo Renault Clio será oferecido em oito opções de cores, na Europa. Nenhuma informação foi divulgada até o momento sobre o preço do hatch
RENAULT SANDERO STEPWAY RIP CURL
Além de chegado numa trilha leve, o Sandero quer visitar outras praias. Para surfar na onda de sucesso da versão aventureira Stepway, a Renault lançou uma série especial do Sandero.A Step- way Rip Curl, limitada a 4 300 unidades, que serão produzidas até outubro.
Confiante, a marca estima que 30% dos Stepway vendidos enquanto a série estiver à venda sejam da nova versão. Baseada na configuração de entrada do Stepway "normal", a série limitada traz ar-condicionado, direção hidráulica, som com entradas auxiliar e USB e viva-voz Bluetooth, vidros elétricos (apenas na dianteira), computador de bordo, rodas de liga leve aro 16 e travas elétricas.
Mas são os itens de personalização que diferenciam o Rip Curl. Maçanetas, capas dos retrovisores externos e barras longitudinais de teto têm pintura cinza num tom que imita inox. Na cabine, são os detalhes vermelhos que chamam a atenção. Eles estão nas saídas de ventilação e no quadro de instrumentos, que leva ainda a assinatura da famosa marca internacional de artigos para a prática do surfe. Diferente do que se poderia imaginar, os bancos são revestidos de tecido comum em vez de neoprene, o mesmo material impermeável das roupas dos surfistas. A Peugeot, aliás, prepara para junho a volta da série especial Quiksilver, do 207. Com a mesma proposta do Rip Curl, mas com mais equipamentos de série, como o teto solar elétrico.
De acordo com a Renault, a compra avulsa dos acessórios do Rip Curl significaria um acréscimo de 1200 reais ao preço final, mas a diferença entre eles é de apenas 500 reais - 43490 ante 43 990 reais.
A cor branca, vetada do catálogo do Stepway, está disponível para o Rip Curl. As pinturas metálicas são o único opcional da série especial.
Mecanicamente, tudo igual. A suspensão alta passa a sensação de robustez, e a direção é pesada nas manobras. O motor 1.6 16V flex de 112/107 cv é esperto, mas bebe muito.
Confiante, a marca estima que 30% dos Stepway vendidos enquanto a série estiver à venda sejam da nova versão. Baseada na configuração de entrada do Stepway "normal", a série limitada traz ar-condicionado, direção hidráulica, som com entradas auxiliar e USB e viva-voz Bluetooth, vidros elétricos (apenas na dianteira), computador de bordo, rodas de liga leve aro 16 e travas elétricas.
Mas são os itens de personalização que diferenciam o Rip Curl. Maçanetas, capas dos retrovisores externos e barras longitudinais de teto têm pintura cinza num tom que imita inox. Na cabine, são os detalhes vermelhos que chamam a atenção. Eles estão nas saídas de ventilação e no quadro de instrumentos, que leva ainda a assinatura da famosa marca internacional de artigos para a prática do surfe. Diferente do que se poderia imaginar, os bancos são revestidos de tecido comum em vez de neoprene, o mesmo material impermeável das roupas dos surfistas. A Peugeot, aliás, prepara para junho a volta da série especial Quiksilver, do 207. Com a mesma proposta do Rip Curl, mas com mais equipamentos de série, como o teto solar elétrico.
De acordo com a Renault, a compra avulsa dos acessórios do Rip Curl significaria um acréscimo de 1200 reais ao preço final, mas a diferença entre eles é de apenas 500 reais - 43490 ante 43 990 reais.
A cor branca, vetada do catálogo do Stepway, está disponível para o Rip Curl. As pinturas metálicas são o único opcional da série especial.
Mecanicamente, tudo igual. A suspensão alta passa a sensação de robustez, e a direção é pesada nas manobras. O motor 1.6 16V flex de 112/107 cv é esperto, mas bebe muito.
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