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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

ASTRA HATCH, ASTRA SEDAN, VECTRA E VECTRA GT SAÍRAM DO SITE

A CHEVROLET TIROU JÁ DO SITE O VECTRA E O  ASTRA, O SEDAN FOI SUBSTITUIDO PELO CRUZE, O CRUZE HATCH QUE CHEGA NESSE ANO VAI SUBSTITUIR O VECTRA GT E O ASTRA HATCH, O ASTRA SEDAN, FOI SUBSTITUIDO PELO COBALT

PARABÉNS TOYOTA COROLLA, CAMPEÃO DO SEGMENTO DE SEDANS MÉDIOS

parabéns ao toyota corolla 2012, que foi campeão do segmento de sedans médios do ano de 2011, o lançamento do carro ano 2012 deu ao automóvel a liderança do segmento antes liderada pelo arquirrival honda civic, no meio do ano o civic caiu para a terceira posição, a segunda foi pro kia cerato,e o corolla não conseguiu ser o campeão de vendas, foi o volkswagen gol, pelo terceiro ano consecutivo, o vice foi o fiat uno, que roubou a vice do palio que ficou oito anos na vice, o uno ficou 2, com o lançamento do civic 2012, o sedan chegou a vice e o corolla tinha risco de cair para a vice, parabéns toyota corolla

HYUNDAI ELANTRA COUPE

O exótico Veloster e o clássico Genesis ganharam a companhia de um modelo mais esportivo. O Elantra Coupe será o terceiro cupê da linha Hyundai à venda nos Estados Unidos e se mostra uma opção bastante interessante para o mercado brasileiro. 

As linhas esportivas do Elantra sedã ficaram bem resolvidas sem as portas de trás. Faróis e lanternas têm traços exagerados, invadindo as laterais. O interior também é praticamente o mesmo do sedã, salvo pelo espaço mais comedido para quem viaja atrás. 

O Elantra Coupe tem um motor 1.8 de quatro cilindros, que entrega 150 cv e torque máximo de 18,05 mkgf. Nos Estados Unidos, o modelo sul-coreano vai encarar o Honda Civic Coupe e seu conterrâneo Kia Koup.

KIA SPORTAGE FLEX

Depois de Soul e Picanto, chegou a vez do Sportage aderir à onda flex. O motor 2.0 com 16 válvulas e duplo comando variável de válvulas recebeu várias modificações para conseguir rodar com etanol e agora entrega 178 cv a 6.200 rpm com o combustível derivado da cana-de-açúcar. Se a escolha for pela gasolina, a potência cai para 169 cv, rendendo 3 cv a mais que a antiga versão a gasolina.

Outra novidade do Sportage Flex é a oferta da transmissão mecânica de seis velocidades na versão mais acessível. As quatro versões restantes contam com o câmbio automático de seis marchas com opção de trocas sequenciais. Por fim, a direção passa a ser elétrica progressiva.

Ao volante, o comportamento do utilitário esportivo praticamente não mudou. A direção precisa garante agilidade pouco comum para um carro do seu porte, enquanto a suspensão com calibragem mais dura garante um comportamento seguro nas curvas. Em contrapartida, o conforto é comprometido nas ruas mais esburacadas, já que todas as imperfeições do solo são transmitidas para a cabine. O estilo continua atual e ainda torce pescoços pelas ruas, destacando-se em detalhes como a grade frontal que marca a identidade visual da Kia, implantada pelo renomado designer Peter Schreyer. 

A versão de entrada do Sportage Flex oferece ar-condicionado, partida do motor sem a chave, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, entrada auxiliar e USB, vidros elétricos nas quatro portas e coluna de direção com regulagem de altura. O preço sugerido é de 90.900 reais, valor que sobe para 95.400 reais com a adição do câmbio automático.

No andar de cima, a versão P.586 agrega ar-condicionado digital com duas zonas de regulagem de temperatura, banco do motorista com ajuste elétrico, partida do motor por botão, computador de bordo, câmera de ré com visor LCD embutido no espelho retrovisor interno, piloto automático com controles no volante, bancos revestidos em couro, spoiler traseiro e iluminação diurna com LEDs. O valor sugerido é de 109.300 reais. A versão com tração 4x4 sai por 113.400 reais. Por fim, a opção mais luxuosa adiciona teto solar duplo elétrico e airbags laterais e do tipo cortina, ao preço de 114.600 reais.

Com a oferta da motorização flex, a Kia espera vender pouco mais de 14 mil unidades do Sportage em 2012, que fariam o SUV responder por 15% do mix de modelos da Kia.

KIA SOUL FLEX B

No segundo semestre de 2010, a Kia apresentou o Soul Flex. Meses depois, chegaram os primeiros carros 2011/2012 e, agora, estreia o... 2011/2012. Sim, a marca decidiu correr o risco de colocar duas versões do mesmo ano-modelo. Para evitar confusões, chamaremos o lançamento de 2011/2012-B.

As novidades são poucas, mas são bem-vindas. Na dianteira, o para-choque foi redesenhado: a parte central continua sem pintura e perdeu as aberturas inferiores, a colmeia que protégé o radiador tem aberturas maiores e os faróis de neblina ganharam molduras em relevo. As peças que compõem o conjunto óptico dianteiro e traseiro têm o mesmo formato, mas mudam o layout. Nos mercados europeu e norteamericano, faróis e lanternas são de led, mas a novidade não virá para o Brasil. Segundo a Kia local, a opção pelo led é incompatível com o posicionamento do Soul em nosso mercado.

Mas a principal atração do novo Soul é o câmbio de seis marchas, seja ele manual ou automático. A Kia nos cedeu o segundo para avalição. 

Com duas marchas extras - a caixa antiga era de quatro velocidades -, o novo Soul está mais dinâmico que o anterior. Nas saídas, ele está nitidamente mais esperto, ainda que o pedal do acelerador não esteja totalmente pressionado. Dirigindo com mais tranquilidade, apenas a passagem das primeiras marchas são notadas, o que aumenta o conforto a bordo.

A versão testada era a topo de linha, de 70 400 reais, que além do câmbio automático oferece câmera de ré com tela oculta no retrovisor interno, rodas aro 18, ABS e faróis de neblina. Mas se você topar abrir mão desses itens, há o Soul de entrada, com câmbio manual e rodas aro 16, por 57 900 reais. Todas as versões têm airbag duplo, som, ar-condicionado, trio elétrico e direção com assistência elétrica.

O volante reúne apenas os commandos de som. Teclas de telefonia e piloto automático são outras exclusividades de europeus e norte-americanos.

NISSAN SENTRA SR

A série limitada 2.0 SR chega para se somar às outras quarto versões do Sentra oferecidas pela Nissan. Por 62 790 reais, fica situada como uma configuração intermediária, abaixo da SL e da Unique. São apenas 500 reais a mais que a versão 2.0 S, valor que paga um kit estético composto de saias laterais, parachoque traseiro diferenciado, aerofólio com break-light integrado e faróis com máscara negra.

O incremento visual custaria mais, caso o comprador adquirisse o pacote de acessórios separadamente. No entanto, o embrulho não consegue esconder as rugas desse mexicano, cuja geração atual é de 2007. O último retoque visual foi realizado no fim de 2009, para a linha 2010, e atualizou apenas a dianteira. As cores da versão SR estão limitadas a preto e prata, embora disponível com transmissão manual ou automática CVT.

Assim como outros modelos da marca, o Sentra não surpreende, mas não decepciona. A lista de série contempla os itens comuns aos rivais, como freios ABS, airbag duplo, controle de velocidade de cruzeiro, rodas de liga leve de 16 polegadas, sistema de som integrado ao painel e volante multifunctional com ajuste de altura.

Curiosamente, apesar de ser mais cara, a versão não tem chave presencial. O item compõe a cesta de acessórios da configuração 2.0 S, que custa 500 reais a menos. Ou seja, ao optar pela versão SR, troca-se a praticidade de manter a chave no bolso por um tratamento cosmético na carroceria.

A transmissão continuamente variável garante fôlego ao motor nas baixas rotações e mantém um nível de ruído mais confortável quando o giro está alto. Mas não espere comportamento empolgante. Tentei encontrar argumentos para rebater a fama de conservador do sedã, mas não encontrei. O kit de rejuvenescimento do Sentra SR não ameniza seu visual careta. Ao contrário, fica até meio esquisito ver um aerofólio tão proeminente em um carro sem apelo esportivo.

BMW M3 FROZEN

Quando o BMW da foto acima chegou à nossa garagem, um dos editores de QUATRO RODAS torceu o nariz. Disse que era espalhafatoso, quase cafona. Logo outro editor entrou na conversa: "Cara, amei. Muito bandido!" O M3 Frozen Edition é assim mesmo: ninguém fica indiferente a ele. Ame-o ou odeio-o, o carro mexe com a emoção. Eu fiquei no meio de caminho: sua pintura fosca podia ser bacana há dois anos, antes da moda do envelopamento. Agora qualquer Gol pode ter o mesmo visual.

Mas isso não importa. Gire a chave, deixe o escandaloso ronco de barítono desse V8 4.0 aspirado de 414 cv chamar a atenção da vizinhança inteira e sinta a adrenalina disparar pelas veias. Aproveite bastante, pois só existem no mundo 20 carros dessa edição limitada - e quarto unidades estão no Brasil, duas pretas e duas cinza, sempre em tom fosco.

A diferença em relação ao M3 normal, no entanto, vai além da pintura exclusiva e das rodas pretas aro 19. O destaque é o Competition Package, conjunto mecânico que traz discos de freio maiores, suspensão mais rígida e rebaixada em 1 cm e controle de estabilidade revisado para propiciar mais emoção.

A lista empolgou? Espere para ver o cupê em ação. Basta pressionar o acelerador para ouvir os pneus traseiros 265/35 gemendo no asfalto - mesmo com o controle de tração ligado. É quando começa a diversão: o motor sobe logo de giro, agora num ronco mais agudo, e você precisa tomar cuidado para o ponteiro não romper o limite de 8 300 rpm. Se você estiver com o pé pesado, cada troca de marcha (e elas são muito rápidas!) responde com um coice no encosto do banco esportivo de couro. Mérito de um câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, que é tão veloz a ponto de baixar o 0 a 100 km/h do M3 comum de 4,7 para 4,5 segundos, de acordo com a fábrica. A máxima continua limitada em 250 km/h.

Para desfrutar melhor o sabor desse Frozen, não basta ser bom de braço. Tem de gostar de brincar com a eletrônica. Mais precisamente com o M Drive, um parque de diversões digital que permite ao piloto amador escolher diferentes ajustes para apimentar ainda mais o temperamento do cupê. Pelo botão giratório no console, você altera momento da troca de marcha, rigidez dos amortecedores, atuação do ESP, sensibilidade do acelerador, resposta da direção e até a shift-light (luz que indica o momento ideal de troca de marcha). Essa máquina é tão fissurada em performance que faz até punta-tacco e muda o limite do conta- giros - conforme a temperatura do óleo aumenta, a faixa vermelha se mexe para subir o regime máximo de giro. Claro que tudo isso tem um custo: 443 000 reais, exatos 93 000 reais a mais do que um M3 tradicional. Haja emoção.