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sexta-feira, 17 de junho de 2011

AUDI R8 GT SPYDER


O R8 Spyder é figura raríssima de se ver nas ruas e combina a esportividade do R8 cupê com o charme de dirigir com os cabelos ao vento. Mas, mesmo com tanta exclusividade, há quem acredite que o superesportivo poderia ser ainda melhor. Para essas pessoas, a marca oferece uma nova opção: o R8 GT Spyder.

A versão sem capota chega ao mercado exatamente um ano após o lançamento do R8 GT cupê. O Spyder conta com o mesmo motor 5.2 V10, que entrega 560 cv e torque máximo de 55,06 mkgf. São números dignos de fazer até Tony Stark, conhecido como o super-herói Homem de Ferro (e que guia um R8 Spyder no filme), entrar na fila para comprar seu exemplar.

Para melhorar ainda mais o desempenho, o conversível pesa 1.640 quilos, ou 85 quilos a menos que o R8 Spyder V10. A perda de peso foi conseguida graças ao uso de um tipo de polímero reforçado com fibra de carbono em várias partes da carroceria. Na parte de trás dos bancos, foi usado outro tipo de polímero, feito de fibra de vidro reforçada.

Segundo dados fornecidos pela marca, o R8 GT Spyder acelera de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e chega aos 317 km/h. A capota de tecido tem acionamento elétrico e pode ser recolhida em 19 segundos, a uma velocidade de até 50 km/h.

Assim como o R8 GT, o GT Spyder terá produção limitada em apenas 333 unidades. Na Alemanha, o superesportivo vai custar 207.800 euros.


MERCEDES BENZ CLASSE SLS AMG ROADSTER




Por dentro, a cabine é revestida em couro de primeira linha e conta com apliques em alumínio. Os bancos esportivos levam a assinatura da AMG - divisão de alto desempenho da Mercedes - e contam com o Airscarf, que são saídas de ar feitas para esquentar a nuca de motorista e passageiro.


Sob o longo capô está o conhecido motor 6.3 V8, que entrega 571 cv e torque máximo de 66,28 mkgf. O SLS AMG Roadster conta com transmissão automatizada de sete velocidades, com direito a embreagem dupla. Segundo dados fornecidos pela montadora, o bólido acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e chega aos 317 km/h - mesmo número obtido pelo SLS cupê.

Entre os itens opcionais, o conversível pode ser equipado com som de alta qualidade assinado pela Bang & Olufsen e o sistema AMG Performance Media, que monitora o comportamento do veículo e fornece informações detalhadas a respeito do desempenho do carro em tempo real.
Um dos superesportivos mais cobiçados dos últimos anos acaba de perder o teto. O SLS AMG Roadster será a estrela principal da constelação da Mercedes-Benz no Salão de Frankfurt, que acontecerá apenas em setembro, mas já foi apresentado pela montadora de forma oficial.

Seu grande destaque é a capota de tecido, disponível nas cores vermelho, bege ou preto. Com acionamento elétrico, ela pode ser aberta (ou fechada) em 11 segundos a uma velocidade de até 50 km/h. A Mercedes-Benz afirma que realizou uma série de reforços estruturais para impedir que a carroceria torça excessivamente. Por conta disso, o peso total do veículo aumentou em 40 quilos. Em compensação, a vigia traseira é de vidro e, mesmo completamente recolhida, a capota não rouba espaço do porta-malas - que tem capacidade de humildes 173 litros.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

AUDI A6 AVANT


As famílias abastadas já possuem uma nova opção para sua garagem. A nova geração da A6 Avant chega com uma pegada mais esportiva, tanto no design quanto no desempenho. A perua adota o visual do novo A6, que por sua vez bebeu na fonte do A8.

Os faróis com desenho esportivo possuem os tradicionais LEDs que equipam todos os modelos da Audi. A grade hexagonal, também marca registrada dos carros de Ingolstadt, é outro elemento que salta aos olhos na parte da frente. O teto tem uma bela queda em direção à traseira, que possui visual limpo e lanternas divididas pela tampa do porta-malas.

O interior entrega o que se espera de um Audi. Os materiais empregados no acabamento são de primeira qualidade e o painel envolve motorista e passageiro, que contam com todos os comandos principais ao alcance das mãos. A generosa lista de equipamentos inclui head-up display, bancos dianteiros com aquecimento e refrigeração, sistema de navegação MMI – que inclui conexão sem fio à Internet – e o potente sistema de som da dinamarquesa Bang & Olufsen.

O porta-malas oferece uma capacidade volumétrica de 565 litros, que pode ser ampliada para 1.680 litros com o banco traseiro rebatido. Como item opcional, a A6 Avant pode ser equipada com um sistema automatizado que abre a tampa traseira automaticamente. Para isso, segundo a Audi, basta movimentar seu pé debaixo do para-choque.

Por ora, a perua terá cinco opções de motorização. Entre os propulsores que bebem gasolina, a Audi oferece um 2.8 FSI V6, com 204 cv, e o já conhecido 3.0 TFSI V6, usado em outros modelos da marca e que entrega 300 cv. No time dos motores diesel, temos o 2.0 TDI, com 177 cv, e o 3.0 TDI V6, com 204 cv. Futuramente, haverá outra opção, com 313 cv.

Dependendo do motor, a perua pode ser equipada com transmissão manual de seis velocidades, automática de sete marchas ou tiptronic com oito velocidades. A tração do modelo é frontal nas versões mais básicas, sendo que a tração integral quattro é oferecida como opcional.

A A6 Avant começa a ser vendida no segundo semestre, com preços que começam em 40.850 euros na Alemanha.


OPEL ZAFIRA TOURER


A Opel, subsidiária da GM na Europa, apresentou a terceira geração da minivan Zafira, duas à frente da geração vendida no Brasil. Chamada de Zafira Tourer, cujo conceito foi mostrado no Salão de Genebra, a versão de produção fará sua estreia em setembro, no Salão de Frankfurt.

Com visual mais moderno, a Zafira Tourer herdou linhas do sedã Insignia, desenho do Ampera e está 57 mm maior que a anterior, deixando a minivan com bitolas mais largas e maior capacidade de carga.

De novidade, além do facelift, a Zafira agora conta com a segunda fila de bancos com três assentos individuais, que podem ser rebatidos e deslocados de forma independente. As costas do banco central também podem ser rebatidas para criar apoios de braços para os ocupantes dos bancos traseiros laterais.

A nova Opel Zafira estreia o sistema de controle de velocidade de cruzeiro adaptativa e o sistema de travagem anticolisão, que monitoram a distância do veículo da frente e evitam uma batida com o travamento do carro. A minivan também virá com câmera traseira, faróis bixenônio inteligentes, suspensão com controle eletrônico de amortecimento e sistema start-stop.

Sob o capô, serão oferecidos dois motores turbo a gasolina de 1,4-litro, com 120 e 140 cv, além de versões 2.0 turbodiesel com 110, 130 e 165 cv de potência. Esperam-se versões a gás natural e GLP.

A Vauxhall, subsidiária da GM em países com o volante no lado direito, também terá a nova geração da Zafira.

HYUNDAI i40 CHEGA NA EUROPA


A Hyundai lançou o novo i40 em sua versão sedã no Salão de Barcelona. O modelo com carroceria perua já havia sido revelado no Salão de Genebra, no início do ano. O objetivo da montadora sul-coreana é concorrer na Europa no segmento de sedãs médios com o Ford Mondeo, Volkswagen Passat e Citroën C5.

Em termos de design, o i40 se assemelha a modelos já comercializados pela própria Hyundai, como o Elantra, vendido na América do Norte. Com 4,74 metros de comprimento, o i40 é um pouco maior que o sedã compacto. Na Europa, o modelo se assemelha ao Sonata no que diz respeito a entre-eixos.

Sob o capô, o i40 terá duas opções a gasolina: a 1.6 GDI, de entrada, tem 136 cv de potência. Já a 2.0, com injeção direta, 177 cv e 21,3 mkgf faz o sedã acelerar de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos com consumo de 14,5 km/l, quando combinado com uma caixa manual de seis marchas.

Já a versão a diesel tem motor 1,7-litro pode render 115 cv ou 136 cv de potência. A mais eficiente conta com tecnologia Blue Drive, que inclui sistema Start&Stop e pneus de baixa resistência, com uma economia de 22,9 km/l e emissões de 113 g/km.

O i40 oferece várias tecnologias, como assistente de estacionamento inteligente, câmera de visão traseira, sistema de navegação, Bluetooth com reconhecimento de voz, assentos dianteiros e volante aquecidos e freio de estacionamento elétrico.

O sedã começa a ser vendido na Europa no último quarto de 2011 e terá cinco anos de garantia. A montadora espera vender cerca de 60 mil unidades por ano do modelo.


AUDI A1


O próximo grande Audi. É com este lema que a Audi promove o lançamento do A1 no mercado brasileiro. Embora seja pequeno no tamanho (o carro tem 3,95 metros), o compacto é um legítimo Audi, tanto na aparência quanto na generosa oferta de equipamentos.O design do A1 está em sintonia com as últimas tendências de estilo da marca. Notam-se elementos presentes em outros carros da Audi, como os faróis com LEDs e a grade hexagonal que domina a frente. Atrás, as lanternas com elementos retangulares lembram as do utilitário esportivo Q5. Um diferencial do A1 é o arco que liga as colunas “A” e “B”, que pode ser pintado de várias cores.


Por dentro, o design minimalista alemão ganha um toque de esportividade com as saídas de ar redondas. O acabamento não tem o mesmo requinte dos Audi mais caros, mas está longe de ser decepcionante. Os materiais usados no revestimento de bancos e portas e até a qualidade do plástico do painel mostram o que é um compacto premium de verdade.

A lista de itens de série também faz jus à imagem da Audi. Por 89.900 reais, o carro tem ar-condicionado digital, direção eletrohidráulica, trio elétrico, faróis com iluminação bi-xenon, volante esportivo multifuncional com borboletas para trocas de marcha, airbags frontal, lateral e de cabeça, Bluetooth, computador de bordo, rodas de 16 polegadas, sensores de chuva e de luminosidade, controle de estabilidade (ESP), freios com sistema anti-travamento (ABS), faróis de neblina e tela multifuncional de 6,5 polegadas.

Entre os opcionais, a marca oferece sistema de navegação por satélite (GPS), teto solar panorâmico, partida sem chave, sensor de estacionamento traseiro, piloto automático e sistema de som com 14 alto-falantes. A Audi também oferece acessórios para personalização, que incluem aros coloridos nas saídas de ar e possibilidade de mudar a cor do arco no teto.

O motor que equipa o pequeno A1 é o 1.4 TFSI, que foi premiado com o título de Melhor Motor do Ano. Equipado com turbocompressor e injeção direta de combustível, ele desenvolve 122 cv. Segundo a Audi, o propulsor faz o carro acelerar de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e a velocidade máxima é de 203 km/h.

Ao volante, o A1 se comporta de forma segura, mesmo em situações extremas. A carroceria rola pouco nas curvas e o motor entrega respostas rápidas, em parte graças à transmissão S-Tronic de sete velocidades e dupla embreagem, que torna as trocas de marcha mais rápidas e precisas.

A expectativa da Audi é bastante otimista. Segundo o presidente da empresa, Paulo Kakinoff, o A1 deve responder por 40% do total das vendas previstas para 2011, cuja projeção é de 6.500 unidades. Por enquanto, o A1 já mostrou que tem tudo para se firmar: no período de pré-venda, realizado entre janeiro e março deste ano, 600 unidades foram vendidas.


MAHINDRA SUV


Quem quer um utilitário 4x4 a diesel não tem hoje nenhuma opção mais em conta que o Mahindra SUV. O Suzuki Grand Vitara custa menos (79 990 reais), mas é movido apenas a gasolina e é importado. O Mahindra SUV, feito no Brasil (na Zona Franca de Manaus), custa 86 864 reais. Ele é montado a partir do sistema CKD, com peças que vêm da Índia, ainda que com alguns componentes brasileiros, como os pneus. Mas a produção nacional não evita alguns dos pecados aos quais os interessados em comprá-lo devem ficar atentos.

Um deles é o alinhamento das peças da carroceria. O capô fica bem para fora de seu nicho, com encaixe deficiente. As portas também mantêm distância. Os painéis internos de porta, simples e de cor lilás, tiram do utilitário a sobriedade que se espera desse tipo de veículo, assim como os puxadores de porta, com borracha vermelha e plástico preto, uma combinação que talvez se ajuste ao gosto indiano, mas que, no Brasil, causa estranhamento.

Este Mahindra tem motor a diesel com galeria única, direção hidráulica e suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e multilink atrás). Citadas individualmente, essas características soam sofisticadas, mas ficam a dever no conjunto. O motor, por exemplo, rende apenas 110 cv e 27,5 mkgf, pouco para um veículo de quase 2 toneladas, e será substituído ainda este ano por uma versão mais moderna, a mHawk, de cerca de 120 cv.

A direção hidráulica atua sobre um sistema de esferas recirculantes, mais resistente que os que usam pinhão e cremalheira, mas também mais "anestesiado", digamos assim. A suspensão, por sua vez, precisa conter um veículo mais alto que largo (1,92 metro de altura e 1,78 metro de largura), o que já dá a ele uma tendência a ser menos estável.

Em resumo, o Mahindra SUV é a diesel e traz uma boa oferta de equipamentos, mas suas falhas podem motivar quem tem cerca de 90 000 reais a pensar em gastar mais só para não ter de ser tolerante com seus problemas.