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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

EM 30 ANOS DE HISTÓRIA,FIAT MILLE SAIRÁ DE LINHA À MEIA NOITE EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013

Apesar de parecer impossível para muitos, o velho Fiat Uno sairá de linha no final deste ano, após 30 anos de bons serviços prestados. Não fará a graça de receber o tal kit HSD (airbags e ABS) só para atender as exigências do CONTRAN, mas resistirá até o último momento de 2013 antes de ser descontinuado. Seu filho temporão, o novo Uno, e o Palio Fire deverão assumir o posto do atual carro entrada da Fiat.A partir de 1° de janeiro, todos os automóveis e comerciais leves 0km deverão contar com freios ABS e airbags dianteiros. O velho Uno poderia sim receber airbags e até mesmo freios ABS, mas é fato que um carro baseado num projeto de três décadas não ficaria . E esses equipamentos não faria do projeto do Uno, de três décadas atrás, mais seguro. Melhor colocar um ponto final.
Mas, tudo bem. O Uno tem seus méritos. Apesar da idade, do acabamento simples, ainda é muito procurado por quem precisa de um carro barato. Aliás, foi o Uno Mille o primeiro 1.0 vendido no Brasil, em 1990, inaugurando assim o segmento dos carros “populares”. Um popular com suspensão traseira independente, quem diria… Tudo bem que é com braços oscilantes, mas é algo que muitos carros médios estão abandonando num dos carros mais baratos do País.A suspensão traseira do Uno foi uma adaptação feita para o Brasil. A versão italiana, lançada em 1983 para substituir o 127 não resistiria ao uso intenso no Braisil. Trocar toda a suspensão traseira fez o espaço para o estepe sob o porta-malas ser comprometido. A solução foi abrir espaço sob o capô, na frente do motorista, como era no 147. Tal peculiaridade perdura até hoje.
Ícone em versatilidade
O histórico também prova que o velho Uno é versátil como poucos carros foram. Teve motores pequenos, como o primeiro 1.0 com 48 cv, até um lendário 1.4 turbo com 116 cavalos, versões pé-de-boi, aventureira e umas até com certos mimos. Isso sem contar com sua prole, o sedã Premio, a perua Elba e ainda a Fiorino, em versões picape e furgão. Tudo isso em uma geração.
“Pequeno por fora, grande por dentro”
Esta frase acima já pode ser considerada clichê. Inúmeros carros já foram definidos por ela, como Fox e Mercedes Classe A, mas até hoje o aproveitamento do espaço interno do Uno Mille é referência. O próprio Novo Uno tentou seguir a receita com sua carroceria quase quadrada, mas ainda ficou apertado.O novo Uno ainda é mais lento que o velho Uno Mille. Um pouco da culpa é do motor 1.0 Evo, que apesar da potência maior tem menos resposta em torque que o velho Fire, outra parcela é do diferencial mais longo e outro tanto pelos 100 kg extra no peso. Resultado disso é que se o motor tiver o giro bem explorado, é sim capaz de tirar uns sorrisos do motorista – desde que ele seja moderado nas curvas, claro. Até supera o Veloster, dizem as más linguas. E se andar na manha, fará do Mille um carro bastante econômico.
OBRIGADO FIAT MILLE!!!

FIAT APRESENTA NA FENATRAN A NOVA FIORINO E O NOVO UNO FURGÃO,JÁ QUE O MILLE VAI SAIR DE LIHA

A Fiat aproveitou a 19ª edição do Salão Internacional do Transporte (Fenatran), em São Paulo, para apresentar ao público nacional o novo Fiorino e lançar o novo Uno Furgão. Após ser comercializado desde 1988 em carroceria herdada do Mille, agora o Fiorino 2014 é baseado no novo Uno. A antiga plataforma não poderia receber freios ABS e airbag duplo, itens obrigatórios a partir do próximo ano.O novo Fiorino furgão ficou mais robusto e maior que a geração anterior. O painel também utiliza a base do Novo Uno, com mais porta-objetos e melhor ergonomia. Na traseira, destaque para as lanternas verticais e as úteis portas assimétricas. O motor é o conhecido 1.4 EVO com 88/85 cv (etanol/gasolina) a 5.750 rpm e torque de 12,5/12,4 kgfm (etanol/gasolina) a 3.500 rpm. O novo propulsor aposenta o antigo 1.3 de 71cv. Na Fenatran, a marca italiana exibe uma versão ambulância e uma convencional do veículo.Já o novo Uno Furgão possui duas opções de motor, o 1.0 EVO Flex com 75/73 cv (etanol/gasolina) a 6.250 rpm e torque de 9,9/9,5 kgfm (etanol/gasolina) a 3.850 rpm e o 1.4 EVO Flex de 88/85 cv. O veículo tem capacidade de mil litros de volume ou 400 kg de carga. O compartimento de carga é revestido e conta com iluminação. O Uno Furgão é disponível nas cores Branco Banchisa e Prata Bari.O Uno Furgão tem preço sugerido de R$ 30.900 com motor 1.0 e R$ 32.900 com propulsor 1.4. O veículo estará nas concessionárias já no começo e novembro. O Fiorino terá os preços divulgados no lançamento oficial, no final do próximo mês. O Uno Furgão já havia sido apresentado em 2011 como carro-conceito, enquanto o Fiorino apareceu na Europa em setembro desde ano e foi mostrado por exclusividade pelo Portal Vrum. 

O HB20X AGORA NÃO ESTÁ TRANQUILO! TOYOTA REVELA O ETIOS CROSS

A Toyota apresentou nesta terça-feira, dia 5, o Etios Cross. O novo integrante da família - que já tinha as versões hatchback e sedã - estará disponível nas concessionárias da marca a partir do próximo dia 18 de novembro, custando 45.690 reais. O aventureiro é baseado no hatchback topo de linha XLS e já incorpora o interior Total Black - grande novidade da linha 2014. 

No visual externo, o Etios Cross incorpora grade em filete único, com tomada de ar mais larga e proeminente, pintada em preto fosco. Molduras de plástico em preto e prata envolvem toda a parte inferior do carro (parachoques, paralamas, laterais e parte inferior da tampa do porta-malas). Os retrovisores externos são elétricos e ganharam capa na cor da carroceria e luzes de seta. 

Os faróis tem máscara negra, as luzes de neblina tem molduras prateadas e as rodas tem desenho exclusivo, com acabamento em tom preto e prata. Há, ainda, barras longitudinais no teto, em tom prata, que podem ser utilizadas para o transporte de até 50 kg. No interior, a única novidade fica por conta dos bancos que ganharam costura branca e o logo da versão em alto relevo. 

Debaixo do capô, a versão aventureira será equipada com motor 1.5L 16V Flex, que entrega 96,5 cavalos e trabalha em conjunto com o câmbio manual de cinco marchas. O modelo traz, de série, airbag duplo, ABS com distribuição eletrônica de frenagem e cintos de segurança com pré-tensionador, ar-condicionado, trio elétrico, volante com controle de áudio e chave com comando de abertura das portas. 

Os compradores terão sete opções de cores da carroceria - branco, preto, cinza, azul, prata, vermelho e amarelo. A versão não estava inicialmente nos planos da Toyota quando ela decidiu trazer o Etios para o Brasil. Mas a matriz aceitou a sugestão da filial brasileira, . A expectativa da Toyota é de vender 300 unidades do aventureiro por mês, representando cerca de 5% do mix do hatchback

NOVO RENAULT LOGAN 2014

Vamos voltar aos seus tempos de escola. Você se lembra daquela menina meio desajeitada que deixou os homens de queixo caído quando virou um mulherão? Ou do magrelo esquisitão que entrou para a academia e hoje faz o maior sucesso com as mulheres? Se a sua resposta foi sim, vai entender perfeitamente a transformação do Renault Logan.

Lançado no Brasil em 2007, ele sempre foi o par perfeito para seus donos - principalmente se eles tiverem filhos. Quem o conhece na intimidade sabe como a vida dentro dele pode ser agradável, graças ao espaço generoso para malas e passageiros. Mas como o sedã desenvolvido pela romena Dacia, marca controlada pela Renault, nunca foi um campeão de beleza, vários pretendentes mudavam de ideia no meio do caminho, escolhendo companhias mais bonitas, mas nem sempre tão agradáveis. Agora chegou a hora da revanche.

Completamente redesenhado, o Logan não é uma nova geração, e sim uma pesada reestilização do mesmo modelo de antes. O carro incorpora a nova identidade visual da marca, identificada pelo desenho da grade frontal. O estilo do modelo brasileiro é quase igual ao Symbol europeu (a Renault preferiu aposentar o antigo sedã derivado do Clio nos países em que ele era vendido, substituindo-o pelo Logan), com exceção de um friso cromado na parte inferior do para-choque.

Olhando de lado o Logan perdeu o ar meio desengonçado, com traços mais harmônicos sem sacrificar o bom espaço para a cabeça dos passageiros. Na parte traseira, as lanternas verticais foram trocadas por outras menores com luzes retangulares, lembrando até o seu arquirrival Volkswagen Voyage.

O interior ficou mais agradável aos olhos por conta do acabamento mais esmerado. No lugar do tom monocromático que imperava na cabine, vemos materiais de diferentes cores e texturas. Os bancos apoiam melhor o corpo nas curvas, sendo que é possível rebater o banco traseiro na maioria das versões - algo impensável em seu antecessor. A cabine, aliás, pode ter central multimídia com GPS e ar-condicionado digital, ambos oferecidos como opcionais na versão Dynamique.

Assim como seu antecessor, o novo Logan será oferecido em três versões de acabamento e duas opções de motorização - 1.0 16V, com até 80 cv, e 1.6 8V, com 106 cv, ambos com etanol. A opção de entrada é a Authentique 1.0 16V, que traz de série freios ABS, airbag duplo, calotas e brake light.
Subindo um degrau temos a Expression (com motores 1.0 16V e 1.6 8V) e todos os itens da Authentique, mais direção hidráulica, ar-condicionado (na versão 1.6), retrovisores e maçanetas na cor da carroceria, banco traseiro rebatível, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas das portas, alarme, computador de bordo e rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, USB e Bluetooth. Entre os opcionais, ele traz ar-condicionado (na versão 1.0), sistema multimídia Media NAV 1.2 e sensor de estacionamento traseiro.
A versão topo-de-linha é a Dynamique 1.6 8V, que acrescenta retrovisores elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas, banco rebatível bipartido, vidros elétricos nas quatro portas, piloto automático com limitador de velocidade, luzes repetidoras de direção nos retrovisores e ar-condicionado. A lista de opcionais tem o sistema Media NAV 1.2, sensor de estacionamento e faróis de neblina. A lamentar, apenas a ausência do câmbio automático oferecido no modelo anterior. A Renault justifica a decisão dizendo que esta opção de transmissão respondia por apenas 5% das vendas, mas garantiu que, se houver demanda, ele voltará.
Veja, abaixo, os preços de toda a linha:
Logan Authentique 1.0: R$ 28 990 (R$ 30 800 com direção assistida, ar quente e desembaçador)
Logan Expression 1.0: R$ 33 390
Logan Expression 1.6: R$ 39 440
Logan Dynamique 1.6: R$ 42 100 (R$ 43 200 com todos os opcionais)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

LOGOS DA CHEVROLET.QUAL VOCÊ PREFERE?

Algumas Pessoas preferem 2 logotipos da Chevrolet (Chevy nos E.U.A):O anterior de 2004 até 2010,a primeira versão da gravata dourada,E o outro desde 2010.
Uma das diferenças é que o atual tem a mesma gravata dourada que a mesma,só que tem uma borda prateada em cima.
E ,em várias concessionárias ainda está o slogan "Conte Comigo",mesmo que a Chevrolet mudou o slogan para o "Find New Roads"

NOVO CHEVROLET AGILE

Há quase quatro anos no mercado, o Agile está longe de ser um fracasso, mas também não vingou do jeito que a Chevrolet esperava. Apesar de bem equipado (com direito a piloto automático e acendimento automático dos faróis na versão LTZ) e espaçoso, o hatch nunca se firmou por conta de seu design. O projeto assinado pela equipe de Carlos Barba (responsável por toda a reformulação da linha GM) causou polêmica principalmente pelo estilo frontal, com faróis grandes e grade com dimensões fora do comum para um compacto. Como se não bastasse, a chegada do Onix em 2012 dificultou a vida do Agile. Nem a chegada do câmbio automatizado Easytronic conseguiu aumentar suas vendas.

Sua primeira reestilização corrige o calcanhar de aquiles do modelo: tanto faróis quanto grade ficaram menores, harmonizando melhor com o resto do carro. O para-choque também mudou: em vez dos traços retilíneos, contornos suaves e pintura preta em algumas partes para dar a ilusão do veículo estar mais próximo do solo. Na traseira, apenas uma nova disposição de luzes nas lanternas e um para-choque redesenhado, com um borrachão na parte central e luzes refletivas nas extremidades.

O interior, alvo de críticas por seu acabamento simples, ganhou novo volante multifuncional com base achatada, que agrupa os comandos de som, telefone e piloto automático. O painel de instrumentos tem novo grafismo e os revestimentos de bancos e portas são novos. Apesar das mudanças, ainda não foi desta vez que o Agile ganhou o prático sistema MyLink, lançado na linha GM pelo Onix e hoje presente em outros modelos da linha, como Cruze, Spin e Cobalt. 

Mecanicamente, (quase) nada mudou. Se o motor é o mesmo 1.4 flex com até 102 cv a 6.000 rpm, o carro ganhou uma nova caixa manual de cinco marchas. Na versão LTZ (a única disponível) com câmbio automatizado Easytronic, há borboletas atrás do volante para as trocas de marcha. A lista de equipamentos de série do Agile 2014 inclui ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo frontal, freios ABS com EBD, piloto automático, rodas de liga leve, acendimento automático dos faróis, computador de bordo, chave do tipo canivete, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, entrada auxiliar, reconhecimento de voz, entrada USB e Bluetooth.

Os preços do Agile 2014 começam em 42.990 reais na versão LTZ manual, sendo que o câmbio Easytronic eleva o preço em 2.500 reais - indo para 45.490 reais. Quem escolher o Agile Effect precisará desembolsar 44.940 reais com a caixa manual e 47.440 reais com a caixa automatizada.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ELA VOLTOOOOOOOOOOOOOU!!!!!!!! CHEVROLET TRACKER

Os dias de tranquilidade do Ford EcoSport estão contados. Pelo menos essa é a expectativa da General Motors, que ingressa no segmento de SUVs compactos com o novo Tracker. Apesar do nome conhecido, ele não traz absolutamente nada do antigo modelo.

As diferenças começam por onde os olhos não veem. Enquanto o antigo Tracker era um Suzuki Gran Vitara com a gravatinha Chevrolet, seu xará é um projeto global, que aqui aproveita a plataforma GSV. Concebida para o desenvolvimento de veículos compactos, ela também é utilizada por Onix, Sonic, Spin e Cobalt.

O motor é o 1.8 Ecotec do Cruze, que entrega 144 cv com etanol e 141 cv se o combustível for gasolina, ambas a 6.300 rpm. O torque máximo chega a 18,9 mkgf com etanol, a 3.800 rpm, sendo que 90% dele está disponível a 2.200 rpm. A transmissão automática de seis marchas é a já conhecida GF6, utilizada em Cruze, Sonic e outros modelos da marca. Pena que no Tracker ela também preserva o sistema de trocas sequenciais por teclas na própria manopla de câmbio, em vez de práticas borboletas atrás do volante. No que diz respeito a desempenho, com o combustível etílico, o Tracker leva 11,9 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, chegando aos 189 km/h.

O design é bastante moderno, chegando a lembrar uma "mini-Captiva" - não à toa, este foi o apelido dado pela imprensa antes da escolha do nome Tracker. A frente ostenta faróis com parábola dupla e a grade dividida em duas seções da atual identidade visual da Chevrolet. A lateral tem para-lamas largos e marcados por vincos pronunciados que chegam à altura das maçanetas das portas traseiras. Já o desenho das lanternas imita o dos faróis, ao mesmo tempo em que também lembram a Captiva. Nada de estepe na tampa do porta-malas: a solução tão querida no EcoSport chegou a ser cogitada, mas os designers preferiram um estilo mais limpo.

O interior tem nível de acabamento superior ao do rival da Ford e uma profusão de porta-objetos: são 25 nichos para guardar objetos pequenos e médios, segundo a GMNotam-se também algumas peças vindas de outros modelos da linha, como o volante multifuncional do Cruze e as saídas de ar redondas do Sonic. Do hatch também vem o painel digital com iluminação azulada. Já o espaço é bom, inclusive no banco de trás.

Neste primeiro momento, o modelo será vendido somente na versão mais cara, a LTZ - a versão LT chega depois. Por 71.900 reais, ela vem recheada com ar-condicionado (convencional, e não digital), direção hidráulica, vidros elétricos nas quatro portas, travamento central das portas, espelhos retrovisores com ajustes elétricos, sistema multimídia MyLink, bancos com revestimento em couro, rodas de liga leve aro 18, airbag duplo frontal e freios ABS com EBD, entre outros itens. Estranhamente, o SUV fica devendo os controles de tração e de estabilidade, oferecidos no EcoSport e até no próprio Tracker LTZ vendido no México. O único pacote de opcionais, oferecido numa versão chamada pela GM de LTZ2, acrescenta teto solar elétrico e airbags laterais e do tipo cortina. Ele sai por 3.500 reais, aumentando a conta para 75.490 reais. O principal rival do Tracker LTZ é o EcoSport Titanium, vendido com um motor 2.0 e câmbio automatizado de dupla embreagem por 75.075 reais.