Se fossemos definir o Ford Focus com um adjetivo, "injustiçado" seria a escolha mais adequada. Lançado em 2001, o modelo sempre teve boa dirigibilidade, com suspensão bem calibrada para as péssimas ruas brasileiras e conforto para os passageiros. Generoso, também oferecia uma boa oferta de equipamentos de série. Mas nenhum destes predicados bastou para fazer o modelo cair nas graças do consumidor brasileiro.
A terceira geração do modelo tentará reverter a pecha de eterna promessa atribuída ao carro. Mais moderno, o Focus será oferecido nas versões hatchback e sedã, - este segundo somente com motorização de 2-litros. É justamente este o grande chamariz do modelo: batizado de Duratec Direct Flex, ele é o primeiro motor flexível do mundo equipado com injeção direta de combustível. Sem tanquinho de partida a frio e cheio de tecnologia, o conjunto tem duplo comando variável independente de válvulas, coletor de admissão de alto fluxo, bloco, cabeçote e cárter de alumínio e alta taxa de compressão. A miscelânea resulta em 178 cv com etanol e 175 cv quando abastecido com gasolina, sempre a 6.500 rpm. O torque máximo é de até 22,5 mkgf com etanol no tanque.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
NOVO GOLF VII
Lançada na Europa no final de 2012, durante o Salão de Paris, a sétima geração do Volkswagen Golf era muito aguardada no Brasil. Pois bem, a espera terminou: a montadora alemã confirmou os detalhes da chegada do hatch ao mercado nacional, em duas versões.
A mais barata será a Highline. Equipada com o motor 1.4 TSI, entrega 140 cv a 4.500 rpm e torque máximo de 25,5 mkgf, disponíveis já a 1.500 rpm. Será oferecido com câmbio manual de seis marchas ou automático com dupla embreagem (DSG) de sete marchas.
Entre os itens de série, o Golf Highline terá ar-condicionado digital bizona, freios ABS com distribuição de frenagem (EBD), sistema start-stop, controles de estabilidade (ESP) e de tração (ASR), Cruise Control adaptativo (ACC), Dynamic Light Assist (DLA) - sistema que analisa o tráfego à frente e atrás por meio de uma câmera no para-brisa, rádio CD Player com tela de 5,8 polegadas sensível ao toque (opcional de 8 polegadas) e sete airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um de joelho para o motorista). As rodas de liga leve de 16 polegadas são calçadas com pneus de medida 205/55. Quanto aos números de desempenho, a VW declara aceleração de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos e velocidade máxima de 212 km/h.
Já a badalada versão esportiva GTI, tida pela VW como a mais potente da história do Golf, tem um motor 2.0 TSI, equipado com turbocompressor. Oficialmente, a potência oferecida pelo bloco é de 220 cv, entre 4.500 rpm e 6.200 rpm, e torque máximo de 35,7 mkgf, entre 1.500 rpm e 4.600 rpm.
Além de todos os equipamentos da versão anterior, ele traz algumas exclusividades típicas de uma versão esportiva, incluindo bancos do tipo concha com a já famosa estampa xadrez, volante esportivo com base achatada, revestimento interno com costuras vermelhas, pedaleiras de aço escovado, grade frontal com filete vermelho e para-choques esportivos. As rodas de liga leve têm 17 polegadas e pneus 225/45. Segundo a fabricante, são necessários 6,5 segundos para o carro ir de 0 a 100 km/h e sua velocidade máxima é de 244 km/h.
Quem estiver interessado em comprar o novo Golf poderá se cadastrar no site oficial, sendo que a montadora promete contatar o futuro proprietário futuramente. Em um primeiro momento, a sétima geração do Golf será importada da Alemanha, mas o carro deverá ser fabricado no Brasil nos próximos anos.
A mais barata será a Highline. Equipada com o motor 1.4 TSI, entrega 140 cv a 4.500 rpm e torque máximo de 25,5 mkgf, disponíveis já a 1.500 rpm. Será oferecido com câmbio manual de seis marchas ou automático com dupla embreagem (DSG) de sete marchas.
Entre os itens de série, o Golf Highline terá ar-condicionado digital bizona, freios ABS com distribuição de frenagem (EBD), sistema start-stop, controles de estabilidade (ESP) e de tração (ASR), Cruise Control adaptativo (ACC), Dynamic Light Assist (DLA) - sistema que analisa o tráfego à frente e atrás por meio de uma câmera no para-brisa, rádio CD Player com tela de 5,8 polegadas sensível ao toque (opcional de 8 polegadas) e sete airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um de joelho para o motorista). As rodas de liga leve de 16 polegadas são calçadas com pneus de medida 205/55. Quanto aos números de desempenho, a VW declara aceleração de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos e velocidade máxima de 212 km/h.
Já a badalada versão esportiva GTI, tida pela VW como a mais potente da história do Golf, tem um motor 2.0 TSI, equipado com turbocompressor. Oficialmente, a potência oferecida pelo bloco é de 220 cv, entre 4.500 rpm e 6.200 rpm, e torque máximo de 35,7 mkgf, entre 1.500 rpm e 4.600 rpm.
Além de todos os equipamentos da versão anterior, ele traz algumas exclusividades típicas de uma versão esportiva, incluindo bancos do tipo concha com a já famosa estampa xadrez, volante esportivo com base achatada, revestimento interno com costuras vermelhas, pedaleiras de aço escovado, grade frontal com filete vermelho e para-choques esportivos. As rodas de liga leve têm 17 polegadas e pneus 225/45. Segundo a fabricante, são necessários 6,5 segundos para o carro ir de 0 a 100 km/h e sua velocidade máxima é de 244 km/h.
Quem estiver interessado em comprar o novo Golf poderá se cadastrar no site oficial, sendo que a montadora promete contatar o futuro proprietário futuramente. Em um primeiro momento, a sétima geração do Golf será importada da Alemanha, mas o carro deverá ser fabricado no Brasil nos próximos anos.
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CITROËN C4 LOUNGE
Colocar a Citroën de volta à briga pela liderança dos sedãs médios. Esta é a missão do C4 Lounge, novo modelo três-volumes da marca francesa. Importado da Argentina, ele virá para combater Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Cruze.
Originalmente nascido na China, o C4 Lounge é menor e mais esportivo do que seu antecessor, o C4 Pallas. O novo sedã tem 4,62 metros de comprimento, 1,78 metro de largura e 1,50 metro de altura, sendo 15 centímetros mais curto, 1 centímetro mais largo e 1 centímetro mais baixo. Apesar de ter ficado menor, o Lounge preservou a distância entre-eixos de 2,71 metros do Pallas, garantindo espaço para os ocupantes do banco traseiro. Somente o porta-malas encolheu, caindo dos antigos 580 litros para 450 litros.
O parentesco com o novo C4 (um dos próximos lançamentos da Citroën no país) aparece na cara do Lounge. A dianteira é a mesma do hatchback, com traços mais convencionais do que a geração anterior. Atrás, o C4 Lounge tem lanternas mais largas, que invadem a tampa do porta-malas - e até lembram as do Cruze.
Já o interior vem do C4 europeu (e da linha DS4 oferecida no Brasil), com instrumentos dispostos de maneira tradicional, sem velocímetro central ou volante com cubo fixo, duas ousadias marcantes do Pallas. Embora seja um produto global, algumas modificações foram feitas pela equipe de engenharia da Citroën para adequação ao mercado brasileiro, incluindo entradas de ar maiores (para suportar as altas temperaturas do nosso país) e ângulo de ataque maior para evitar que a frente raspe nas valetas do acidentado asfalto local.
Serão oferecidas duas opções de motorização: as versões mais acessíveis trazem o conhecido 2.0 Flex utilizado no Pallas, com até 151 cv, enquanto as configurações topo-de-linha tem o 1.6 THP, com 165 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 24,5 kgfm. Acoplado a uma transmissão automática de seis marchas com trocas sequenciais, ele faz o Lounge ir de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e chegar aos 214 km/h.
Bem equipada, a versão mais requintada do C4 Lounge oferece ar-condicionado digital bizona, partida do motor sem chave, câmera de ré, seis airbags, freios ABS com distribuição de frenagem (REF) e assistência para frenagem de emergência (AFU), controles de estabilidade e de tração (ESP e ASR), sensores de chuva e luminosidade, faróis bi-xenon direcionais, teto solar, volante multifuncional com comandos de som, tela de sete polegadas com GPS e DVD, entrada auxiliar USB, Bluetooth e monitoramento de veículos nos pontos cegos. Para combater a má fama dos serviços de pós-venda da marca, a Citroën oferecerá três anos de garantia para os donos de C4 Lounge, além de praticar uma tabela de revisões com preços fixos, a exemplo do restante da linha.
Originalmente nascido na China, o C4 Lounge é menor e mais esportivo do que seu antecessor, o C4 Pallas. O novo sedã tem 4,62 metros de comprimento, 1,78 metro de largura e 1,50 metro de altura, sendo 15 centímetros mais curto, 1 centímetro mais largo e 1 centímetro mais baixo. Apesar de ter ficado menor, o Lounge preservou a distância entre-eixos de 2,71 metros do Pallas, garantindo espaço para os ocupantes do banco traseiro. Somente o porta-malas encolheu, caindo dos antigos 580 litros para 450 litros.
O parentesco com o novo C4 (um dos próximos lançamentos da Citroën no país) aparece na cara do Lounge. A dianteira é a mesma do hatchback, com traços mais convencionais do que a geração anterior. Atrás, o C4 Lounge tem lanternas mais largas, que invadem a tampa do porta-malas - e até lembram as do Cruze.
Já o interior vem do C4 europeu (e da linha DS4 oferecida no Brasil), com instrumentos dispostos de maneira tradicional, sem velocímetro central ou volante com cubo fixo, duas ousadias marcantes do Pallas. Embora seja um produto global, algumas modificações foram feitas pela equipe de engenharia da Citroën para adequação ao mercado brasileiro, incluindo entradas de ar maiores (para suportar as altas temperaturas do nosso país) e ângulo de ataque maior para evitar que a frente raspe nas valetas do acidentado asfalto local.
Serão oferecidas duas opções de motorização: as versões mais acessíveis trazem o conhecido 2.0 Flex utilizado no Pallas, com até 151 cv, enquanto as configurações topo-de-linha tem o 1.6 THP, com 165 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 24,5 kgfm. Acoplado a uma transmissão automática de seis marchas com trocas sequenciais, ele faz o Lounge ir de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e chegar aos 214 km/h.
Bem equipada, a versão mais requintada do C4 Lounge oferece ar-condicionado digital bizona, partida do motor sem chave, câmera de ré, seis airbags, freios ABS com distribuição de frenagem (REF) e assistência para frenagem de emergência (AFU), controles de estabilidade e de tração (ESP e ASR), sensores de chuva e luminosidade, faróis bi-xenon direcionais, teto solar, volante multifuncional com comandos de som, tela de sete polegadas com GPS e DVD, entrada auxiliar USB, Bluetooth e monitoramento de veículos nos pontos cegos. Para combater a má fama dos serviços de pós-venda da marca, a Citroën oferecerá três anos de garantia para os donos de C4 Lounge, além de praticar uma tabela de revisões com preços fixos, a exemplo do restante da linha.
O sedã será oferecido em três versões de acabamento. A opção de entrada é a Origine, cujo preço sugerido é de 59.990 reais apenas com câmbio manual. A Tendance sai por 62.490 reais (manual) e 66.990 reais (automático), enquanto a topo-de-linha Exclusive custa 77.990 reais.
NOVA MITSUBISHI OUTLANDER
Depois do ASX fabricado no Brasil, o novo Outlander é um dos lançamentos mais importantes da Mitsubishi no país. Ainda importado do Japão, o SUV pode adquirir cidadania brasileira em breve, seguindo os passos do próprio ASX e do Lancer - que será feito aqui a partir de 2014. Tudo depende de um volume de vendas mais expressivo do que as 600 unidades estimadas pela marca por mês.
Para fazer sucesso, a Mitsubishi aposta no cheiro de novidade do Outlander. Completamente renovado, ele estreia uma nova plataforma chamada RE. Trata-se de uma evolução da plataforma GS, utilizada no antigo Outlander e na dupla ASX e Lancer. Com 4,66 m de comprimento, 1,80 m de largura e 1,68 metro de altura, o modelo tem os mesmos 2,67 metros de distância entre-eixos de seu antecessor.
O design antes inspirado no Lancer agora caminha com passos próprios. A frente traz a nova identidade visual da marca, com uma grade mais discreta e faróis mais alongados, que chegam até as laterais. Na traseira, as antigas lanternas cederam espaço a um conjunto translúcido, mais futurista. Quem viaja dentro do Outlander tem à disposição uma cabine minimalista e moderna, com fácil acesso a todos os comandos - principalmente no caso do motorista.
O Outlander chega ao Brasil com as mesmas motorizações da geração anterior: 2.0 de quatro cilindros, com 160 cv e torque máximo de 20,1 mkgf, e 3.0 V6, de 240 cv e 31 mkgf de torque máximo. A versão de entrada traz itens como nove airbags, freios ABS com EBD (distribuição de força de frenagem), controles de tração e de estabilidade, ar-condicionado digital bizona, direção com assistência elétrica, faróis de LED e de neblina, destravamento das portas e partida do motor sem chave, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade, bancos de couro com ajustes elétricos, teto solar elétrico, sistema multimídia com tela touchscreen e rodas de liga leve aro 18. Nesta configuração, o motor 2.0 é acoplado a uma transmissão CVT e tração 4x2, por 102.990 reais.
A partir da versão intermediária V6 GT 4x4 é que o Outlander usa o motor 3.0 V6. Em vez do câmbio CVT, o SUV conta com uma transmissão automática de seis marchas com opção de trocas sequenciais por borboletas atrás do volante. A tração é integral e o carro ganha itens como faróis bi-xenon, piloto automático adaptativo (aumenta e/ou reduz a velocidade de acordo com a distância e velocidade pré-estabelecidas pelo condutor), sensores de chuva e crepuscular, câmera de ré e terceira fileira de bancos. Seu preço é de 130.990 reais.
A versão V6 GT 4x4 com o Full Technology Pack é a opção mais cara da linha. Por 139.990 reais, acrescenta o Forward Collision Mitigation (sistema que freia o carro automaticamente e evita colisões em baixas velocidades) e o Hill Start Assistance (assistência para partidas em rampa, tanto para frente quanto para trás).
Na opinião da Mitsubishi, o novo Outlander 2.0 concorrerá com Chevrolet Captiva, Honda CR-V, Fiat Freemont, Kia Sportage e Hyundai ix35. Já a versão V6 brigará com Hyundai Santa Fe, Kia Sorento, Ford Edge e Land Rover Freelander 2.
Para fazer sucesso, a Mitsubishi aposta no cheiro de novidade do Outlander. Completamente renovado, ele estreia uma nova plataforma chamada RE. Trata-se de uma evolução da plataforma GS, utilizada no antigo Outlander e na dupla ASX e Lancer. Com 4,66 m de comprimento, 1,80 m de largura e 1,68 metro de altura, o modelo tem os mesmos 2,67 metros de distância entre-eixos de seu antecessor.
O design antes inspirado no Lancer agora caminha com passos próprios. A frente traz a nova identidade visual da marca, com uma grade mais discreta e faróis mais alongados, que chegam até as laterais. Na traseira, as antigas lanternas cederam espaço a um conjunto translúcido, mais futurista. Quem viaja dentro do Outlander tem à disposição uma cabine minimalista e moderna, com fácil acesso a todos os comandos - principalmente no caso do motorista.
O Outlander chega ao Brasil com as mesmas motorizações da geração anterior: 2.0 de quatro cilindros, com 160 cv e torque máximo de 20,1 mkgf, e 3.0 V6, de 240 cv e 31 mkgf de torque máximo. A versão de entrada traz itens como nove airbags, freios ABS com EBD (distribuição de força de frenagem), controles de tração e de estabilidade, ar-condicionado digital bizona, direção com assistência elétrica, faróis de LED e de neblina, destravamento das portas e partida do motor sem chave, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade, bancos de couro com ajustes elétricos, teto solar elétrico, sistema multimídia com tela touchscreen e rodas de liga leve aro 18. Nesta configuração, o motor 2.0 é acoplado a uma transmissão CVT e tração 4x2, por 102.990 reais.
A partir da versão intermediária V6 GT 4x4 é que o Outlander usa o motor 3.0 V6. Em vez do câmbio CVT, o SUV conta com uma transmissão automática de seis marchas com opção de trocas sequenciais por borboletas atrás do volante. A tração é integral e o carro ganha itens como faróis bi-xenon, piloto automático adaptativo (aumenta e/ou reduz a velocidade de acordo com a distância e velocidade pré-estabelecidas pelo condutor), sensores de chuva e crepuscular, câmera de ré e terceira fileira de bancos. Seu preço é de 130.990 reais.
A versão V6 GT 4x4 com o Full Technology Pack é a opção mais cara da linha. Por 139.990 reais, acrescenta o Forward Collision Mitigation (sistema que freia o carro automaticamente e evita colisões em baixas velocidades) e o Hill Start Assistance (assistência para partidas em rampa, tanto para frente quanto para trás).
Na opinião da Mitsubishi, o novo Outlander 2.0 concorrerá com Chevrolet Captiva, Honda CR-V, Fiat Freemont, Kia Sportage e Hyundai ix35. Já a versão V6 brigará com Hyundai Santa Fe, Kia Sorento, Ford Edge e Land Rover Freelander 2.
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NOVO AUDI A8 2014
A Audi mostrou nesta quarta-feira (21) sua renovada linha A8. Depois de passar por facelift, os modelos chegarão ao mercado europeu em novembro deste ano, com preços partindo de 74,5 mil euros na Alemanha. Antes disso, será mostrado ao público no Salão de Frankfurt, em setembro.
Em termos visuais, o modelo ganhou leve reformulação do para-choque e da grade dianteiros, além de um capô mais esculpido. A grande novidade, porém, são os faróis Matrix de LED, com 25 diodos emissores de luz, que ajustam os níveis de acordo com as condições ambientes. Além disso, as luzes de direção passam a ser conjuntos de LEDs, na frente (18) e atrás (24).
Por falar na traseira, as lanternas estão mais finas e o para-choque também está de cara nova, com duas ponteiras de escapamento em formato de paralelogramo nas extremidades - com exceção do S8, que tem duas duplas de ponteiras ovais. A tampa do porta-malas conta com uma faixa cromada.
Falando sobre o interior do carro, os bancos dianteiros são ventilados e contam com a função "Massagem", bem como ajustes elétricos gerais (A8 e A8L). A versão com entre-eixos alongado, aliás, pode ser configurada com outros itens, como ar-condicionado de quatro zonas, banco "relax" com descanso para pés elétrico, entre outros.
Quanto à motorização, diversas opções estão disponíveis. A inicial tem o 3.0 TFSI, de 310 cavalos de potência. Em seguida, surgem 4.0 V8 biturbo TFSI, de 435 cv, 3.0 TDI, de 258 cv e 4.2 TDI, de 385 cv. O A8L ganha bloco 6.3 W12, de 500 cv, e o S8 recebe o 4.0 TFSI configurado para 520 cv. Por fim, há uma versão híbrida, combinando motor 2.0 TFSI e motor elétrico, perfazendo 245 cv.
Tomando como base o A8 equipado com motor 4.0 TFSI, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos. O S8, por sua vez, faz o mesmo teste em 4,2 segundos. Outro dado curioso é a autonomia do A8 híbrido no modo elétrico: 3 km, com velocidade máxima de 100 km/h.
Em termos visuais, o modelo ganhou leve reformulação do para-choque e da grade dianteiros, além de um capô mais esculpido. A grande novidade, porém, são os faróis Matrix de LED, com 25 diodos emissores de luz, que ajustam os níveis de acordo com as condições ambientes. Além disso, as luzes de direção passam a ser conjuntos de LEDs, na frente (18) e atrás (24).
Por falar na traseira, as lanternas estão mais finas e o para-choque também está de cara nova, com duas ponteiras de escapamento em formato de paralelogramo nas extremidades - com exceção do S8, que tem duas duplas de ponteiras ovais. A tampa do porta-malas conta com uma faixa cromada.
Falando sobre o interior do carro, os bancos dianteiros são ventilados e contam com a função "Massagem", bem como ajustes elétricos gerais (A8 e A8L). A versão com entre-eixos alongado, aliás, pode ser configurada com outros itens, como ar-condicionado de quatro zonas, banco "relax" com descanso para pés elétrico, entre outros.
Quanto à motorização, diversas opções estão disponíveis. A inicial tem o 3.0 TFSI, de 310 cavalos de potência. Em seguida, surgem 4.0 V8 biturbo TFSI, de 435 cv, 3.0 TDI, de 258 cv e 4.2 TDI, de 385 cv. O A8L ganha bloco 6.3 W12, de 500 cv, e o S8 recebe o 4.0 TFSI configurado para 520 cv. Por fim, há uma versão híbrida, combinando motor 2.0 TFSI e motor elétrico, perfazendo 245 cv.
Tomando como base o A8 equipado com motor 4.0 TFSI, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos. O S8, por sua vez, faz o mesmo teste em 4,2 segundos. Outro dado curioso é a autonomia do A8 híbrido no modo elétrico: 3 km, com velocidade máxima de 100 km/h.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
GM ANUNCIA O NOVO MONZA CONCEPT
A General Motors tem uma nova aposta para melhorar a situação da Opel, a sua marca na Europa. Trata-se do resgate de um nome clássico: Monza. O retorno acontecerá no Salão de Frankfurt, na forma de um novo carro protótipo, mas uma versão de produção não deve tardar a chegar - caso as expectativas da marca se confirmarem.Como se trata de um estudo para colher opiniões para uma versão futura, o Opel Monza reúne uma série de elementos de design que a marca considera importantes para um projeto moderno. A marca tentou equilibrar esportividade (com recortes dianteiros e silhueta alongada) a detalhes sofisticados, como a superfície lisa e de poucos encaixes visíveis. O desenho final ficou um crossover entre cupê e perua, estilo conhecido como "shooting brake" na Europa.A Opel ainda destaca o sistema multimídia do novo Monza - composto por uma tela com tecnologia de projeção de LED - que traz navegação na internet com perfil personalizado. Trata-se da tecnologia "Eu, Você e Todos", que permite ao motorista compartilhar informações sobre a sua rota com amigos e cruzar essas informações com outros carros. O resultado, segundo a marca, é uma futura extensão das tecnologias de veículos autônomos que a Opel vem desenvolvendo, o que permitiria ao Monza seguir as rotas ideais indicadas por outros carros.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
BUGATTI VEYRON (FAZ TEMPO) VOLTA A SER O CARRO MAIS VELOZ DO PLANETA
Vocês ficaram esperando ,só agora sei,o Bugatti Veyron SS voltou a ser o carro mais rápido do planeta,após alguns dias atrás perdeu o posto para o Hennessey Venom GT,o carro tem sido também tirado do Guinness,ele voltou porque tem uma diferença de 12 km/h ,Venom GT tem então 415 km/h,enquanto o Veyron tem 437 km/h,possivelmente grandes rivais entre marcas e modelos,Bugatti vs.Hennessey e Veyron SS vs.Venom GT.
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